Opinião – Figueira 2030?

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Está em curso a reflexão estratégica sobre o futuro de Portugal no médio e longo prazo (Portugal 2030 ), considerado um exercício da maior importância e que deve ser realizado de forma a envolver o maior leque de atores políticos, económicos e culturais.

Esta discussão terá de refletir-se na posterior definição dos grandes objetivos para o país, e, consequentemente, na definição e orientação das políticas públicas portuguesas, enquadradas na próxima programação dos fundos da UE.

É sobretudo importante a manutenção do caráter estrutural e do financiamento da Política de Coesão de médio-prazo, o desenvolvimento competitivo dos territórios, incentivando os processos de inovação nas empresas através da inserção de recursos humanos qualificados, a orientação para a competitividade, a reforma florestal, e a continuação do apoio à inovação, qualificação e o emprego.

Conhecendo-se que a matriz síntese das linhas gerais de prioridades pós-2020 apresenta objetivos horizontais (Competitividade para a Convergência e Emprego) – e. g. a qualificação, formação e emprego e a sustentabilidade demográfica – e como objetivos territoriais (Competitividade e Coesão) e. g. a economia do mar enquanto potencial económico estratégico ou a competitividade externa das regiões urbanas dos territórios atlânticos, não é urgente e decisivo que, na Figueira, em vez de um suposto Plano que de estratégico só tem o nome, se abra um debate abrangente sobre que Figueira queremos em 2030?!

 

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