Centro foi em 2017 a região mais competitiva após Área Metropolitana de Lisboa

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FOTO DB/LUÍS CARREGÃ

O Centro foi, em 2017, a segunda região do país com “melhor desempenho global”, tendo melhorado ao nível do crescimento e competitividade, e do potencial humano, revelou hoje a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC).

“Este desempenho decorre dos resultados sistematicamente muito positivos em áreas como a educação, o mercado de trabalho ou a capacidade exportadora”, refere a CCDRC num comunicado com as conclusões da última edição do “Barómetro do Centro de Portugal”, que coloca a região em segundo lugar, a seguir à Área Metropolitana de Lisboa.

Elemento de monitorização produzido pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, com sede em Coimbra e presidida por Ana Abrunhosa, o barómetro visa “avaliar o progresso alcançado” pela região nas áreas do crescimento e competitividade, potencial humano, qualidade de vida, coesão e sustentabilidade ambiental e energética.

2 Comments

  1. Henrique Costa says:

    Pois, também foi a zona que mais decresceu demograficamente, que mais ardeu segundo dizem devido ao abandono, que não tem infra-estruturas regionais feitas pelo estado há muito tempo, etc, etc. É caso para dizer: os bons indicadores chegaram à região mas ainda não às pessoas…

  2. Zé da Gândara says:

    Alguém deve andar a martelar estatísticas… O que vejo pela região centro (com Coimbra na pole position) é apenas e só a proliferação da mediocridade e da indigência quando em sentido inverso (algo que pelos vistos nõ é documentado nas estatísticas oficiais que pelos dias que correm, devem ter estatuto de arte) é zonas como o sempre desprezado Alentejo a desenvolverem-se fruto da atracção de capital estrangeiro (Embraer e fileira aeronáutica de base industrial e tecnológica altamente especializada que veio atrás da Embraer) e a verem-se "coisas a acontecer"… No centro, aquilo que se vê é a autofagia económica e social… O resto, é pura conversa e não é aderente à realidade… Pelo que deve andar alguém por aí com óculos de realidade virtual certamente…

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