Bonifrates celebra 38 anos com “Mariana Pineda” em palco

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A Bonifrates apresenta esta segunda-feira, pelas 21H45, no seu teatro-estúdio, na Casa Municipal da Cultura de Coimbra, a derradeira sessão do espetáculo “Mariana Pineda”, de Federico García Lorca, um romance popular em três atos, com encenação de João Maria André. Peça, integrada na programação dos 150 anos sobre a abolição da pena de morte em Portugal (1867-2017), assinala esta noite os 38 anos da cooperativa de produções teatrais, criada em Coimbra a 29 de janeiro de 1980.

“Mariana Pineda” – um “hino è liberdade e ao amor”, como considera a peça o encenador João Maria André –, estreou no dia 14 de novembro, no Teatro-Estúdio Bonifrates, onde esta noite sobe uma derradeira vez ao palco. A reserva de bilhetes – com preços a variarem entre quatro e sete euros – pode ser efetuada através do email bonifratesbilheteira@gmail.com ou pelo telefone 916 615 388.

Referindo-se a um conjunto de eventos –  os espetáculos “Mariana Pineda” e “Vigésimo Oitavo” e a exposição “Fernando Taborda, artesão de histórias num palco de palavras” – a congregarem-se nesta altura em que a Bonifrates celebra mais um aniversário, João Paulo Janicas diz que, chamando a atenção parta o trabalho da Bonifrates, “não deixam de ser, na verdade, uma coincidência, ainda que feliz”, neste 38.º aniversário da cooperativa.

Com a exposição de “memória e afeto” a Fernando Taborda, quando passa praticamente um ano sobre a morte do ator que deixou uma marca profunda no percurso da Bonifrates, patente na Casa Municipal da Cultura de Coimbra, a partir de final de fevereiro, início de março, “Vigésimo Oitavo”, pela Bonifrates Júnior, estará de novo em cena, agora no teatro-estúdio da cooperativa, depois de ter estreado na última Semana Cultural da Universidade de Coimbra e ter voltado a apresentar-se, em duas sessões esgotadas, a 19 e 20 de janeiro, na Black Box do Convento São Francisco.

“Vigésimo Oitavo”, um espetáculo em que a Bonifrates aposta com os seus mais jovens atores no tema da educação, da escola e do direito à escola – daí o título –, irá então  regressar ao palco com uma versão “mais teatral”, embora a versão inicial possa ser apresentada noutros locais, o que vai acontecer já a 14 de abril, em Arganil, no âmbito de um colóquio.

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