Opinião: Rui Duarte

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      José Fernando Correia

Foi empossada a nova administração da Figueira Domus. Os nomes do presidente (o vereador Nuno Gonçalves) e do vogal não-executivo (Hugo Rocha) não surpreendem, embora mereçam, em função do trabalho anterior, ser aplaudidos, já a indicação de Rui Duarte (RD) para o lugar de vogal executivo seria menos esperada.
Ter-se-á generalizado a ideia de que o processo de escolha do candidato do PS à Junta de Buarcos e S. Julião teria constituído, para RD, um ferrete do qual não se conseguiria libertar. É também fácil reconhecer que RD conduziu (ou foi conduzido) mal no processo e que, à genuína vontade de ser presidente da junta, se juntou alguma dose de irrealismo e ímpeto excessivo.
O facto de ter cometido esse erro não transforma, todavia, RD num pária político nem num apátrida partidário. Muito menos lhe diminui a nobreza de carácter e a vontade sincera de servir a causa pública. RD é dos mais qualificados jovens quadros do PS da Figueira da Foz e o seu concurso não deve ser dispensado.
Uns comentadores de lupanar e uns corajosos da opinião anónima afirmarão que esta indicação para a empresa municipal é feita a troco da sua “desistência” no processo autárquico. O convite teria, afinal, já uns meses. Tanto quanto sei, isso é absolutamente falso.
Para concluir, quero deixar a expressão da amizade, respeito e admiração que dedico ao RD e formular os mais sinceros votos que ele consiga, na empresa municipal, deixar a sua marca. A bem dos beneficiários de habitação social, da cidade e do concelho.

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