Primeira mulher presidente no município de Cantanhede promete um concelho próspero

Ventos de mudança no tempo da continuidade. Foi com este espírito que, ontem, João Moura passou o testemunho àquela que foi o seu “braço direito” ao longo de mais de uma década: Helena Teodósio. A nova presidente da Câmara de Cantanhede – primeira mulher que exerce a função no concelho – tomou posse e apresentou-se como “a fiel depositária” de um legado que ajudou a construir.
“Liderar uma equipa como esta é saber que vamos a jogo para ganhar”, afirmou, esta sexta-feira, Helena Teodósio, que deixou a promessa de continuar a cooperar com os agentes culturais, económicos e desportivos, tirando partido das “proveitosas parcerias” estabelecidas pela autarquia nos últimos anos.
“Honrada e sensibilizada” pela confiança que os eleitores de Cantanhede depositaram em si, a autarca reforçou aquele que foi o “conceito basilar” da sua campanha, o “sentido de compromisso”. “Espero saber honrar o passado na construção de um futuro mais promissor para os munícipes de todas as gerações. É esse o grande compromisso da nossa agenda política”, enfatizou.
Nos Paços do Concelho, Helena Teodósio assegurou que as “ideias chave” do seu programa passam pelo investimento na modernização das infraestruturas e equipamentos coletivos, bem como a “qualificação das pessoas e das respostas sociais e educativas”. A primeira comunicação da autarca ficou, ainda, marcada pelos rasgados elogios ao Biocant e à Inova, “agentes muito importantes no desenvolvimento local”.

Texto na íntegra na edição impressa do DIÁRIO AS BEIRAS

2 Comments

  1. gente fina é outra loiça

  2. Zé da Gândara says:

    Os materiais de campanha da Sôdôtôra foram "show de bola" 🙂 Via-se a Sodôtôra em petiz no dia da sua "Primeira Comunhão" com os seus ilustres ascendentes 🙂 Via-se a Sôdôtôra no dia do seu casamento haut de gamme, ministrado por um reverendo haut de gamme igualmente 🙂 E via-se ainda muito mais 🙂 E pergunto eu? O que é que isso interessa para aferir da competência da Sôdôtôra? Foi isso que os criativos da campanha entenderam que deveria interessar ao munícipe-eleitor? 🙂 Não terá sido um tique de provincianismo a aflorar ao de cima da campanha? 🙂 Em Lisboa, no Porto ou numa outra capital de distrito digna desse nome, não sei porquê mas não se assiste a este tipo de actos simplórios e provincianos 🙂 Porque será? 🙂

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