Muro em ruína iminente

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Foto DB/Luís Carregã

Parte de um muro nas traseiras da Ladeira das Alpenduradas desabou, há 20 meses. Desde então, a Câmara nunca conseguiu notificar e multar os responsáveis. E, pior, nunca assumiu a iniciativa de avançar com obras, coercivamente.
O desabamento pôs a nu o que a imagem ainda hoje documenta: terras em risco de nova derrocada; um murito partido, em tijolo fino, que certamente não garante qualquer proteção a nova pressão das terras.
Este muro desabado pertence a um imóvel da Rua Santos Rocha. No entanto, são os moradores de cinco residências na rua superior – a Ladeira das Alpenduradas – quem mais teme os riscos que a situação acarreta. É que as traseiras das suas casas confinam, justamente, com o muro. E um novo desabamento, com o inverno a chegar, é mais do que provável.
A tudo isto, a Câmara Municipal de Coimbra não conseguiu responder de forma eficaz. Ou seja, nem aplicou a coima de lei – por, alegadamente, não conseguir notificar o representante do condomínio – nem avançou com obras coercivas.
Os moradores, em plena campanha eleitoral, resolveram queixar-se do atraso da câmara e denunciar publicamente o risco iminente.
Apenas o grupo CpC – Cidadãos por Coimbra “pegou” no caso. Ontem, convocou os jornalistas para ver, in loco, o problema que ali está criado. Só que os moradores “faltaram” ao encontro. Aparentemente, tinham sido informados, à pressa, de que agora a câmara vai finalmente fazer alguma coisa.

Notícia completa na edição impressa de hoje

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