Lousã no arranque da etapa que tudo decidiu

A Lousã esteve, na manhã de ontem, no centro das atenções dos amantes do ciclismo da região. Um pouco de todo o distrito chegaram, uns em duas rodas, outros menos aventureiros, nas habituais quatro rodas, para assistir à partida da penúltima etapa da Volta a Portugal e, certamente, aquela que tudo definiu.
“É um dos maiores eventos desportivos nacionais, uma festa do desporto e, atendendo à dinâmica desportiva que temos no concelho, nomeadamente em desportos de duas rodas, entendemos que seria bom ter este evento, com a perspetiva de que a população aderisse, e aderiu…”, explicou, ao DIÁRIO AS BEIRAS, Luís Antunes, presidente da Câmara da Lousã.
O autarca admite que “só depois de avaliar vários fatores, e de reunir os apoios necessários – nomeadamente da EFAPEL e da Entidade de Turismo do Centro – se decidiu avançar” para esta partida, que, naturalmente acarreta custos.
Um investimento “também na promoção da marca Lousã e deste magnífico território”, uma terra com bastante tradição nos desportos de duas rodas.
Aliciante maior, o facto de poder acolher “a etapa rainha”, o que “tem um significado acrescido”.
“Ouro sobre azul seria terminar com uma vitória da EFAPEL”, afirma o autarca. “Somos todos EFAPEL. É uma grande empresa, que valoriza e dignifica o concelho da Lousã e desejamos que consigam atingir o melhor resultado possível”, dizia o autarca à partida.
Luís Antunes admite que gostava de voltar a ter a Volta a Portugal na Lousã e até que “já há algumas conversações”. “Vamos ver se no futuro pode haver uma colaboração mais regular”, diz.

Oliveira do Hospital quer chegada no Colcurinho
José Carlos Alexandrino, presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Hospital, fez questão de marcar presença na partida da etapa que também andou pelo seu concelho.
“Esta é a etapa rainha, a que desperta mais paixões, e só é pena que não termine na Torre, porque, se assim fosse, traria mais verdade desportiva ao ciclismo”, começou por desabafar, ao DIÁRIO AS BEIRAS.
O edil congratulou-se por “ter a Volta a passar no concelho de Oliveira do Hospital, que tem três monumentos nacionais em três freguesias diferentes que se vão unir: As ruínas romanas de Bobadela, a Igreja de São Pedro de Lourosa e a Capela dos Ferreiros, junto ao centro de Oliveira do Hospital”. “A Volta a Portugal consegue divulgar como ninguém o nosso património”, acrescentou.

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