Jorge Conde tomou posse como novo presidente do Instituto Politécnico de Coimbra

Mudança foi a palavra mais proferida por Jorge Conde no primeiro discurso como presidente do Instituto Politécnico de Coimbra (IPC), ontem após a tomada de posse.
“Começa hoje um novo ciclo”, afirmou no início da sua intervenção. “Nos últimos anos temos tido medo de mudar e temos adiado decisões que são indispensáveis à sobrevivência do IPC”, disse perante o auditório da Escola Superior de Tecnologia da Saúde repleto de individualidades da região. “Tenho a convicção de que o Politécnico de Coimbra pode ser melhor na sua missão de ensinar, de transferir conhecimento, de fazer ciência e de participar no desenvolvimento da região e do país”, garantiu, defendendo que o IPC deve ser “parceiro estratégico de instituições regionais”, como a Universidade de Coimbra ou as autarquias.
Num discurso prolongado, o presidente recém-empossado lembrou que “o Ensino Superior em Portugal vive momentos difíceis”, com os “mesmos orçamentos desde 2009 e uma estratégia oscilante entre o que são as missões do ensino politécnico, universitário, fundacional ou privado”. Para Jorge Conde “falta ao país uma estratégia para o setor e uma mais clara regulação do mesmo, nomeadamente beneficiando a qualidade, para que as melhores instituições sobrevivam às oscilações da economia e da consequente procura de profissionais”.
“O Ensino Superior tem de perceber que estamos noutro tempo. Um tempo de fazer diferente, de fazer novo, de fazer bem, de fazer de forma eficiente”, sustentou, dizendo que para isso há que usar “a mudança e o diálogo” e promover “o afastamento da incompetência e do imobilismo”.

Toda a informação na edição impressa de 20 de julho de 2017 do DIÁRIO AS BEIRAS

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