Projeto antecipa nova ponte sobre o Paul

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Foto de Luís Carregã

Uma estrutura em arco é a novidade para substituir a atual Ponte do Paço – que liga os concelhos de Coimbra e Montemor, sobre o Paul de Arzila. O projeto já foi encomendado e vai custar 18 mil euros. Quanto à obra, está estimada em 250 mil euros.
A quatro meses de eleições autárquicas, os presidentes das Câmaras de Coimbra e de Montemor juntaram-se, ontem, nas imediações do Paul de Arzila. O objetivo foi explicar a razão por que levou tanto tempo a desbloquear o alargamento e retificação da acanhada ponte.
A culpa foi da burocracia e também da má vontade da Administração Central. Primeiro, os burocratas arranjaram uma confusão de estremas, naquela zona, o que levou à indefinição de tutela sobre a ponte. Depois, os políticos, em Lisboa, aproveitaram para adiar obras protocoladas e para emitirem pareceres negativos a sucessivos projetos (incluindo a via rápida Taveiro-Alfarelos).

 

Notícia completa na edição de 7 de junho de 2017

2 Comments

  1. Zé da Gândara says:

    O centralismo centralizador a atacar os "homens-bons" da província, como seja o nosso querido líder… Onde é que eu já terei ouvido isto antes?
    Por falar em autárquicas… Parece-me que vai haver um certo querido líder a ser varrido da Câmara à qual acedeu depois das últimas autárquicas, depois da formatação tecnológica forçada de todo um concelho (uma espécie de Kaputnik tecnológico tuga) que só terá mesmo existido na cabeça de quem se socorreu desse chavão (espécie de frase feita que julgarão certos iluminados, ficará bem dizer mesmo sem saberem o que isso quer dizer 🙂 ) para catequizar quem ainda lhe dá direito de antena…

  2. Américo says:

    Isso. A culpa é toda de Lisboa e da Administração Central.
    A gente defende acerrimamente o regionalismo e a diluição do poder. Que é para depois investirmos os caciques da província com o poder todo. E o poder fica assim diluído a uma escala global, mas não a uma escala local.
    Depois é só vermos os pacóvios, os parolos da província, por oposição aos pacóvios, parolos da capital, a vomitarem iguais enormidades da boca para fora.

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