Jovens de Tábua criaram solução desinfetante a partir de batata e de celidónia

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Jovens estudantes de Tábua, Coimbra, desenvolveram uma solução desinfetante com recurso a resíduos de batata e à celidónia (uma planta), e apresentaram o projeto na Mostra Nacional de Ciência.

A solução desinfetante procurar substituir os atuais pensos rápidos e surgiu depois dos três jovens estudantes da Escola Profissional de Oliveira Do Hospital, Tábua e Arganil (Eptoliva) terem determinado a atividade antibacteriana de extratos da celidónia (também conhecida como erva-andorinha), informou hoje, em nota de imprensa enviada à agência Lusa, a Mostra Nacional de Ciência, que vai na sua 11.ª edição.

O projeto dos finalistas dos cursos de Técnico Auxiliar de Saúde e Técnico de Manutenção Industrial mereceu o segundo prémio do evento.

“A ideia passa por desenvolver um compósito biodegradável, a partir do extrato da planta e resíduos de batata, para substituir os atuais pensos rápidos. Estes pensos têm ainda no seu interior uma película impregnada de solução desinfetante. Desta forma, quando se coloca o penso sobre uma lesão, para além de estancar a hemorragia e proteger a ferida, este penso ainda a desinfeta”, explicaram os autores do projeto, citados na nota de imprensa.

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