Incêndio em Pedrógão Grande ameaça habitações e corta trânsito no IC8

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O Itinerário Complementar 8 (IC8), entre o nó da zona industrial de Pedrógão Grande e o nó do Outão, está cortado ao trânsito desde as 19H00, devido a um incêndio florestal,  disse fonte da GNR.

Várias habitações estão em risco na vila de Pedrógão Grande, concelho de Pedrógão Grande, distrito de Leiria, disse hoje à agência Lusa fonte dos Bombeiros Voluntários locais e da Guarda Nacional Republicana.

Uma fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Leiria, por seu lado, disse à Lusa que o incêndio naquele concelho do distrito de Leiria lavra numa zona florestal e ainda “não há qualquer indicação de casas em perigo”.

De acordo com o ‘site’ da Autoridade Nacional de Proteção Civil na internet, 21 incêndios encontravam-se em curso em Portugal continental hoje, às 19H22, com a localidade de Fonte Limpa, concelho de Góis, distrito de Coimbra, a mobilizar 211 operacionais, 60 viaturas e três meios aéreos. O incêndio de Góis teve início às 14H52.

Em segundo lugar na mobilização de meios, encontrava-se o incêndio de Pedrógão Grande, distrito de Leiria, que estava a ser combatido por 174 operacionais, 52 viaturas e três meios aéreos, à mesma hora.

2 Comments

  1. A SOLUÇÃO FINAL

    Para Jaime Marta Soares, Presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses, as causas do Incêndio de Pedrógão Grande devem-se à existência de um Dragão residente nas matas de Figueirós dos Vinhos.

    Após a sua primeira teoria de mão criminosa, que fortemente refuta a teoria das trovoadas secas, seguindo-se a teoria das linhas de alta voltagem, após longas horas em frente ao televisor a assistir series criminais e com a ajuda de gente da ANPC altamente qualificada em advocacia, enfermagem, ciências do desporto e desencarceramento.
    Está assim descoberta a razão da maioria dos incêndios que, não só no verão, todos os anos assolam o território de Portugal.
    Esta espécie, endémica da Península Ibérica, entre outros caracteriza-se por necessitar de uma alimentação vegetal variada e com vincada intolerância às folhas de eucalipto e mato selvagem que lhe causam urticaria, levando a uma espécie de espirros explosivos constantes que uma impressionante deflagração.
    Presume-se que como este exemplar de paquiderme reptiliano não seja o único em Portugal. Segundo as investigações pode ser que existam pelo menos mais dois iguais: um no arquipélago da Madeira e outro na região do Algarve!

    Por fim descobrimos =)

  2. Dragão Afro-lusitano says:

    Humm… Não. Foi mesmo incêndio de origem criminosa por mercenários pagos a soldo dos investidores corruptos angolanos. Que tanto são corruptos cá, como lá, em Angola. Ajudados por um punhado de corruptos portugueses que são do mesmo calibre. Exploradores do trabalhador honesto, angolano e português. É investigá-los e depressa vão encontrar o vosso Dragão vomitante.

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