Petição exige fim das propinas e novo modelo de financiamento

A Associação Académica de Coimbra é uma das 30 estruturas académicas que lançaram uma petição pelo fim das propinas e a favor de novo modelo de financiamento do ensino superior, que querem ver discutido no parlamento.
A petição do movimento “Rumo à propina Zero” – criado em dezembro – circula ‘online’ e conta com duas mil assinaturas. Os signatários requerem que seja discutida na AR a Lei de Bases de Financiamento do Ensino Superior, de forma a reduzir, progressivamente, o peso das propinas no orçamento global das instituições de ensino superior público. Alexandre Amado, presidente da DG-AAC, explicou que o objetivo é levar o assunto Assembleia da República. “Queremos colocar os deputados a debater a propina enquanto ferramenta de financiamento do ensino superior, um debate que faça perceber que a propina enquanto mecanismo de financiamento é também discriminatório no acesso ao ensino superior, um bem público”, disse.
Segundo os estudantes, paradoxalmente, ao longo dos últimos 30 anos, assiste-se a um incremento galopante dos custos de frequência no ensino superior.
Entre 1991 e 2015, este valor aumentou de 6,50 euros para 1.063,47 euros, tornando Portugal um dos países em que as famílias mais contribuem para o funcionamento do ensino superior.

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