Associação Académica de Coimbra com novos estatutos aprofundados e clarificados

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Luís Carregã

A Associação Académica de Coimbra (AAC) terminou o processo de revisão dos novos estatutos, que foram aprofundados e clarificados, aumentando o número de elementos do conselho fiscal, que sai reforçado.

A entrada em vigor dos novos estatutos arrancou no sábado, com o fim dos trabalhos da assembleia de revisão, sendo que o documento passou “de pouco mais de 40 páginas para 111”, disse à agência Lusa o presidente da AAC, Alexandre Amado, sublinhando que a estrutura “complexificou-se”.

“É um documento muito completo e um bom passo em frente para a Académica”, criando “mais rigor e transparência nos procedimentos internos”, sublinhou Alexandre Amado, considerando que os novos estatutos “conseguem aproximar todas as estruturas e clarificar as competências de cada uma para que a Associação fale a uma só voz”.

A revisão, que durou dois anos, levou a um aumento dos elementos do Conselho Fiscal, que passam de sete para 11, órgão que “sai reforçado” com os novos estatutos.

“As competências são as mesmas, mas os procedimentos ficam claros nos estatutos. Fica claro o que o Conselho Fiscal pode e deve fazer”, explanou Alexandre Amado.

No Conselho Fiscal, vão passar a estar elementos do Conselho Desportivo (secções desportivas) e Conselho Cultural (secções culturais), de forma que haja “um conhecimento mais integrado de toda a casa”.

As próprias competências dos conselhos cultural e desportivo são clarificadas, cabendo a estes, juntamente com a direção-geral, desenvolver um programa desportivo e cultural.

“Era necessário aumentar a dimensão dos estatutos, visto que há 70 subestruturas, entre núcleos, secções culturais e desportivas, na Académica”, frisou o dirigente estudantil, referindo que “não havia uma lógica de articulação”.

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