Sul do concelho da Figueira da Foz teme que o mar atinja zonas residenciais

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Foto: Pedro Agostinho Cruz

Cada vez que o mar se revolta, os residentes de São Pedro e da Leirosa temem o pior. As últimas agitações marítimas têm danificado as frágeis barreiras que se interpõem entre o Atlântico e as localidades e a água a aproxima-se perigosamente das zonas residenciais.

A Praia da Cova, o Cabedelo e a Leirosa são as zonas mais fustigadas, mas a Tamargueira e a Costa de Lavos também têm sido afetadas pelo avanço do mar.

Na Costa de Lavos, a tempestade marítima da última terça-feira subiu o rego norte, mas não há conhecimento de que tenha feito estragos significativos.

Na Tamargueira também não houve problemas, ao contrário do que aconteceu no Cabedelo, onde o mar arrastou pedras para a estrada.

Na Leirosa, a água levou o barracão de apetrechos da arte xávega e derrubou a porta de um armazém da junta, inundado o espaço.

Os autarcas do sul do concelho da Figueira da Foz estão  preocupados com as consequências da erosão costeira e exigem obras para travar o avanço do mar.

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