“Recri@r Tr@dições” da Figueira da Foz apoiado pela EDP

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A arte da latoaria, as romarias e o folclore foram algumas das tradições portuguesas reconhecidas pela EDP Produção que este ano decidiu apoiar nove projetos de cultura popular com 250 mil euros.

Os nove projetos hoje premiados no Museu do Douro, na Régua, foram selecionados de entre 105 candidaturas recebidas de Norte a Sul do país para a segunda edição do Programa Tradições que pretende “apoiar as tradições mais genuínas da cultura popular”, explica a EDP Produção em comunicado.

Entre os distinguidos estão tradições tão diversas como “A Arte do Latoeiro”, de Silves, que pretende revitalizar o ofício da latoaria, e o “ID Memória Itinerante” que quer dinamizar a oferta cultural junto de populações mais isoladas e envelhecidas de Ribeira de Pena, Sever de Vouga, Vale de Cambra, Figueiró dos Vinhos, Évora e Santiago do Cacém.

A estes juntam-se projetos como “Pintar e Cantar dos Reis” de Alenquer, “Despertar Tradições” de Terras do Bouro, “Recri@r Tr@dições” da Figueira da Foz, “Da tradição à modernidade”, pelas Comissões de Moradores no Concelho de Sines, e “Recuperação e Inovação de Ofícios Tradicionais”, pelo Centro de Acolhimento do Burro de Miranda do Douro.

A EDP Produção premiou ainda projetos de “Potenciação da Romaria de Santa Luzia do Fundão e das suas tradições”, do Fundão, e de “Patrimonialização da Festa dos Caretos, dos Rapazes e de Santo Estevão de Torre de Dona Chama”, de Mirandela.

“Os vencedores impactarão diretamente as populações de 16 municípios durante a execução dos seus projetos”, indica a empresa que com o projeto Tradições abrange desta vez as regiões de Silves, Sines, Figueira da Foz, Fundão, Alenquer, Mirandela, Terras de Bouro, Ribeira de Pena, Sever de Vouga, Vale de Cambra, Figueiró dos Vinhos, Évora, Santiago do Cacém, Mirando do Douro, Mogadouro e Murça.

Nesta edição o programa tornou-se bienal “para que seja possível um maior acompanhamento dos projetos”, apostando também na “capacitação das entidades apoiadas” para “ajudar à criação de novos públicos, garantindo que as novas gerações valorizem e integrem as artes e os saberes populares”, indica.

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