Fim de ano com quatro dias de greve na recolha de lixo

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Os trabalhadores de recolha de resíduos sólidos da Câmara de Coimbra vão entrar em greve amanhã. A paralisação só termina na segunda-feira, à meia-noite.
Em causa está um conflito antigo, que opõe a autarquia aos trabalhadores e que tem sido assumido pelo STAL – Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local. Em detalhe, a organização sindical denuncia o facto de, entre 2007 e 2012, os funcionários terem trabalhado três horas e meia a mais, por semana, do que legalmente estavam obrigados.
“A gestão PSD/CDS provocou este grave problema, que a gestão PS manteve e alimentou, recorrendo de sentença favorável aos trabalhadores, negando aquilo que disse na oposição, e na campanha eleitoral, que deveriam ser repostos os direitos dos trabalhadores”, refere o STAL, em comunicado ontem divulgado.

Pelo serviço público
Para além disso, avança o sindicato, nestes últimos anos tem-se acentuado a saída de trabalhadores (com passagem à reforma ou por outros motivos). Daí que, hoje, sejam insuficientes para a recolha de lixo e limpeza da cidade. “Na anterior gestão PSD/CDS, houve uma política acentuada de entrega de zonas a privados, em vez de se defender os serviços públicos de gestão do município”, acrescenta a nota.
Neste contexto, o STAL desencadeou, nos últimos anos, várias ações de luta, nomeadamente, uma greve, entre 30 de maio e 2 de junho de 2014, concentrações à porta da câmara e idas à assembleia municipal. “Não conseguimos alcançar os nossos justos objetivos, mas não desistimos, sempre com confiança e determinação na luta”, afirmam.

Notícia completa na edição impressa de hoje

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