Dádivas de sangue devem acompanhar cada vez mais as necessidades

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A dádiva – anónima, voluntária, regular e benévola –, está na base de um sistema que tem como grande objetivo assegurar a autossuficiência em sangue e seus componentes.

Por essa razão, é fundamental que todos os potenciais dadores – qualquer pessoa saudável, entre os 18 e os 60 anos e com peso igual ou superior a 50 kg –, assumam a dádiva e respondam positivamente à “chamada” dos serviços, numa prática entretanto estabelecida, nomeadamente no Centro de Sangue e Transplantação de Coimbra.

Desta forma, com colheitas em postos fixos, em horários flexíveis e durante a semana, explica Maria Helena Gonçalves, coordenadora nacional do Sangue e Medicina Transfusional, é possível “garantir o processamento eficiente e a otimização plena das unidades de sangue recolhidas”.

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