Universidade de Coimbra “abre” debate sobre regime de fundação

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Foi um auditório cheio que, ontem, acolheu a primeira iniciativa pública destinada a debater o “regime fundacional” na Universidade de Coimbra (UC). Com o tema lançado e assumido pelo Conselho Geral da UC – ainda que se aproxime novo período eleitoral para este órgão de governo universitário –, João Gabriel Silva, reitor da UC, convidou Sebastião Feyo Azevedo, reitor da Universidade do Porto (UP), que apresentou uma experiência de sete anos.
Na sessão, que, ontem, se realizou num auditório [da Reitoria da UC] muito concorrido – com docentes das diversas faculdades, alunos, mas também responsáveis por diversos serviços e unidades de investigação –, foi possível ouvir dos dois reitores os “prós” e os “contras” do regime em que se encontram já as universidades do Porto, Aveiro, Minho, o ISCTE e (em 2017) a Universidade Nova de Lisboa.
No final das intervenções de João Gabriel Silva e Sebastião Feyo Azevedo, aberta a participação do público, ficou evidente a “discordância” com o regime fundacional debatido, sendo que apenas uma docente da FLUC se referiu positivamente ao regime de fundação. Um dos alunos que interveio referiu mesmo que a sessão de ontem, mais do que de “esclarecimento”, pareceu ser de “propaganda”.

Ainda que a lei permitisse, “não me recandidataria”
Respondendo a “algumas perguntas frequentes” que, sublinhou, lhe têm sido colocadas, todos os presentes na sessão de ontem ficaram a saber que o reitor da UC, já em segundo mandato, em caso algum voltará a recandidatar-se. “Mesmo que a lei o permitisse, não me recandidataria”, garantiu João Gabriel Silva.

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