Adega junta sócios e lembra a importância de prosseguir no caminho da qualidade

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O caminho só pode continuar a ser o da qualidade que já lhe valeu inúmeros prémios nacionais e internacionais, colocando-a no ranking das 100 melhores do mundo. Mas a Adega de Cantanhede e, de uma forma geral, toda a viticultura da Bairrada têm de apostar cada vez mais na inovação, trabalhando com a universidade e prosseguindo um caminho já aberto com o Biocant – Centro de Inovação em Biotecnologia.
Isso mesmo ficou claro, no sábado, na sessão que marcou mais um Dia do Associado [da Adega de Cantanhede], numa sala cheia de produtores, amigos e muitos convidados ilustres, cujas paredes, forradas com os prémios e distinções recebidos ao longo de uma história já com 62 anos, são o melhor retrato da qualidade reconhecida dos seus vinhos.
Em jornada festiva, a visita de Luís Medeiros Vieira, secretário de Estado da Agricultura e Alimentação – num dia em que o Governo assinalava um ano de atividade –, serviu para enaltecer ao mais alto nível, não apenas a qualidade e as boas práticas seguidas na Adega de Cantanhede, com aquele responsável a salientar, entre outros fatores, o pagamento atempado aos associados, prática que, infelizmente, não é geral no universo cooperativo, com evidente prejuízo dos pequenos produtores que contribuem maioritariamente para a atividade vitícola.

Setor de “excelência”
À direção da Adega de Cantanhede, a Luís Pato – produtor e especialista que já tinha apresentado as particularidades únicas e as inúmeras potencialidades das castas locais –, bem como aos muitos associados presentes, o secretário de Estado fez questão de felicitar pelo trajeto de qualidade, não sem que antes tenha desejado as “melhoras” a António Costa, um produtor que, momentos antes, tinha sofrido uma queda na sequência de uma indisposição momentânea, tendo sido prontamente socorrido ainda no local e depois conduzido a cuidados hospitalares.
A todos, Luís Medeiros Vieira, lembrou os 40% da produção nacional que a região da Bairrada representa, com 20% a destinarem-se à exportação. E fez ainda questão de destacar a importância de um “setor de excelência” no todo da agricultura nacional, que afirmou no “centro das políticas públicas”, o que, disse, fica demonstrado nos 730 milhões de euros comparticipados aos produtores na reconversão e reestruturação das vinhas, no âmbito do programa Vitis, que irá prosseguir.

Notícia completa na edição impressa de hoje

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