Compostos não eliminados nas ETAR são prejudiciais ao Homem

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FOTO BRUNO LÉ

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Mesmo depois de filtradas, as águas que saem das estações de tratamento (ETAR) ainda comportam níveis altos de concentração de estrogénios, que podem ter fortes efeitos no “desenvolvimento, crescimento reprodução e mesmo comportamento dos humanos e animais”.

O alerta foi dado ontem no lançamento do livro de ciência “Poluição estrogénica no ambiente: um problema de Saúde Pública”, que resulta da tese de doutoramento da docente da Escola Superior de Tecnologias de Saúde de Coimbra, Ana Paula Fonseca.

A síntese dos resultados da investigação já tinha sido publicada antes, mas na sessão de lançamento da obra, o docente da Faculdade de Medicina Coimbra, Massano Cardoso, orientador da referida tese, reforçou as características “de um estudo importante e inovador”, de forma a que os responsáveis pelas infraestruturas tomem consciência “da necessidade de ter a funcionar estações de tratamento que consigam neutralizar estas substâncias, que estão a contaminar a cadeia alimentar”.

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