Governo garante estudo sobre Metro Mondego até janeiro

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FOTO DB/AA

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A aprovação do protocolo com o município de Coimbra, e que ajudará a desbloquear a Via Central, e a garantia do acionista Estado de que, até janeiro de 2017, será apresentado um estudo que apontará uma solução de mobilidade na região, foram as principais conclusões das duas assembleias gerais da Metro Mondego, ontem realizadas em Coimbra.

À saída das reuniões, o presidente da Assembleia Geral – o autarca da Lousã, Luís Antunes – referiu que, em relação ao protocolo, essa “era uma das principais reivindicações do município de Coimbra”, as quais levarão a que tenha “um impacto positivo na zona e é um elemento relevante para o desenvolvimento futuro do projeto”.

Sobre o estudo, Luís Antunes afirmou que o Estado revelou que, até ao final de janeiro de 2017, “serão apresentados os elementos relativos ao estudo já encomendado ao LNEC [Laboratório Nacional de Engenharia Civil] e que tem como objetivo concretizar o primeiro estudo feito pelo LNEC e apontar clara e objetivamente aquilo que o laboratório nacional entende como solução de mobilidade para esta região”.

“Todos nós gostaríamos que hoje já tivéssemos outra situação no terreno. Seria desejável que já hoje existisse um sistema de mobilidade que servisse a região”, comentou o autarca, sublinhando que, apesar de não ser “totalmente satisfatória”, a reunião acabou por ser “positiva” ao ser apontado “um calendário objetivo e definido”.

Toda a informação na edição impressa de hoje, 7 de setembro, do DIÁRIO AS BEIRAS

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