Capitania testa plano de emergência na barra

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Fotografia de Pedro Agostinho Cruz

Fotografia de Pedro Agostinho Cruz

 

A Capitania realizou, ontem, um exercício para testar o Plano de Emergência de Salvamento para a Barra do Porto da Figueira da Foz, envolvendo meios próprios (incluindo a Polícia Marítima) e dos restantes agentes da Proteção Civil (bombeiros, PSP e Autoridade Portuária). No total, foram mobilizados 31 recursos humanos, sete meios aquáticos e seis viaturas.
O simulacro baseou-se no naufrágio de um veleiro de recreio, com quatro tripulantes, que se encontrava à entrada da barra, que, devido à forte agitação marítima, só podiam entrar e sair do porto embarcações com mais de 35 metros de comprimento. As operações de socorro foram coordenadas a partir do posto da Polícia Marítima, pelo comandante da capitania, Silva Rocha, onde está instalado o sistema de monitorização da barra em tempo real, através de vídeo e radar.
O simulacro, com duração de uma hora, decorreu como previsto e os quatro tripulantes da embarcação de recreio imaginária foram salvos. Recorde-se que em outubro do ano passado morreram cinco dos sete elementos da tripulação do pesqueiro “Olívia Ribau”, à entrada da barra.
Foi aquele naufrágio que deu origem ao plano que ontem foi ativado no simulacro, que seria adaptado às restantes barras do país. A resposta dos meios de socorro mereceram forte contestação e tanto a Marinha como o Ministério Público abriam inquéritos. Entretanto, foi criado um grupo de trabalho para a segurança da barra da Figueira da Foz, cujo relatório se encontra em fase de conclusão.

Informação completa na edição impressa

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