Vila Verde quer recuperar território retirado pela reforma administrativa

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FOTO DB/JOT'ALVES

FOTO DB/JOT’ALVES

A reorganização da administração do território, levada a cabo pelo anterior Governo, começou e acabou nas freguesias.

Ainda hoje os autarcas locais criticam que os governantes de Lisboa só tivessem coragem para atingir “o elo mais fraco”.

Quando Paulo Júlio, secretário de Estado do ministério tutelado por Miguel Relvas, apresentou o contestado Livro Branco da Reforma da Administração Local no Casino Figueira ouviram-se vozes de indignação.

José Elísio, presidente da Junta de Lavos, foi dos mais fervorosos contestatários, entre as centenas de pessoas que se encontravam no Salão Caffé do Casino Figueira.

O político figueirense chegou, até, a advertir que o fim da freguesia de Lavos poderia levara ao derramamento de sangue. O que o histórico autarca do PS e do PSD – independente desde 2009 – não imaginava naquele dia é que iria ter direito a um jackpot, oferecido em bandeja pela reforma administrativa. E foi particularmente generoso.

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