O Ramal da Lousã é “uma ferida” que está por sarar

FOTO DB/CARLOS JORGE MONTEIRO

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O presidente da Comunidade Intermunicipal (CIM) da Região de Coimbra, João Ataíde, disse ontem que o Ramal da Lousã constitui “uma ferida que está criada e que tem de ser resolvida”.

A linha ferroviária que ligava Lousã, Miranda do Corvo e Coimbra foi encerrada há sete anos para obras no âmbito do Sistema de Mobilidade do Mondego (SMM), entretanto suspensas por razões financeiras.

O responsável falava ontem aos jornalistas durante a apresentação do Plano Intermunicipal de Mobilidade e Transportes (PIMT), onde Álvaro Costa, coordenador dos estudos que culminaram na elaboração de um documento com mais de 250 páginas, também defendeu a necessidade de devolver o transporte público ferroviário às populações servidas pelo Ramal da Lousã.

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