Carapinheirense surpreende candidata U. Leiria

Luís Carregã

Luís Carregã

Antes, do apito inicial deste jogo de abertura do Campeonato de Portugal, as equipas presentes e a espetacular moldura humana presente no Campo São Pedro, guardaram um minuto de silêncio, culminado com estrondosa salva de palmas, como homenagem ao ex-presidente da Mesa da Assembleia Geral, Luís Marçal Correia de Oliveira, e ao dirigente António Júlio Marques de Sousa, recentemente falecidos.
Após a abertura das hostilidades e com a sua ruidosa claque a fazer-se ouvir, a U. Leiria mostrou ao que vinha e, bem cedo, obrigou a equipa da casa a defender-se, no seu meio campo, e a tentar sacudir a pressão a que era submetida, logo ali nos terrenos do meio campo.
Mostrando-se, sempre, mais organizada, madura e astuta a equipa do Liz procurava concretizar em golos o pretenso domínio exercido, mas o Carapinheirense soube colocar os seus homens de tal modo que, em determinado momento, mostraram que estavam ali para honrar a sua história recente e, por isso, também apareciam na área adversária.
Quando se esperava que o nulo se mantivesse até ao intervalo, Cleiton pressionou Wilson que, num atraso de bola, agarrou o adversário na grande área e o árbitro não teve outra solução, senão assinalar a marca de grande penalidade, que Faria transformou fazendo daquele minuto (41’), o momento do jogo.

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