Conimbricenses não escaparam à “epidemia” dos Pokémons

Luís Carregã

Luís Carregã

O mundo está em “polvorosa” com a procura de pokémons e Coimbra não foge à regra…
Há cerca de duas semanas que locais como o Parque Municipal Dr. Manuel Braga, o Bairro Norton de Matos e a Praça da República têm sido tomados de assalto por “treinadores” de pokémons, que se reúnem às centenas para desfrutar daquele que é, provavelmente, o jogo mais popular de que há memória.
Rapazes, raparigas, miúdos e graúdos… Ninguém escapa a esta verdadeira epidemia, onde vale tudo para apanhar as criaturas virtuais mais raras e poderosas.

“Experiência de aventura” convenceu a cidade
Lançado pela Nintendo, o jogo de realidade aumentada direcionado a smartphones procura proporcionar uma experiência de aventura, em que os utilizadores são desafiados a capturar o maior número de pokémons possível.
Existem, depois, pontos de encontro – as pokéstops – onde os jogadores têm que se dirigir (parque Dr. Manuel Braga, por exemplo) para ganharem items como pokeballs, poções, ou ovos que se chocam ao andar. Estes últimos, os pokémons eggs, “obrigam” os jogadores a percorrer determinadas distâncias para que as criaturas digitais nasçam.
As grandes concentrações de jogadores prendem-se com os “lures”, um item que qualquer jogador pode ativar em qualquer pokestop. Esta “ferramenta” funciona como “isco” durante 30 minutos, permitindo que todos os jogadores que estiverem à volta da pokestop encontrem pokémons de cinco em cinco minutos.
A possibilidade de visitar sítios da cidade que, de outra forma, dificilmente conheceriam, e o ambiente de jogo ao ar livre e em comunidade são os principais elogios feitos pelos utilizadores da aplicação, que já ultrapassou o WhatsApp, Instagram e Facebook em número de descargas.

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