Autarca de Góis admite pedir dissolução do executivo

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A presidente da Câmara de Góis, Maria de Lurdes Castanheira, disse ontem à Lusa que admite pedir em tribunal a dissolução do executivo e revelou que será a candidata ao cargo pelo PS.
Na terça-feira, dois vereadores da oposição e um do PS abandonaram a reunião da câmara deste município, em desacordo com a presidente sobre alterações ao mapa de pessoal, deixando o executivo sem quórum.
Maria de Lourdes Castanheira adiantou à Lusa ter conversado com a secretária-geral adjunta do PS, Ana Catarina Mendes, a qual lhe garantiu “total apoio” do partido às medidas que tomar na sequência daquele episódio e de outros idênticos que têm condicionado a ação da Câmara.
“Perante este cenário e como não se augura qualquer inversão neste comportamento bloqueador da vida concelhia por parte destes três vereadores, mais não resta à presidente do que ponderar interpor ação para dissolução” da Câmara Municipal junto do tribunal, passando a autarquia a ser gerida por uma comissão administrativa, “na qual com certeza não tomarão parte os vereadores referidos”, afirma Lurdes Castanheira num documento divulgado hoje aos munícipes.
Há duas semanas, os dois vereadores do Grupo de Cidadãos Independentes por Góis, Diamantino Garcia e Helena Moniz, e o socialista José Rodrigues já tinham reprovado uma proposta da presidente para a criação de 21 novos lugares no quadro de pessoal do município.

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