Ataíde quer geoparque no Cabo Mondego

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Jot' Alves

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O presidente da Câmara da Figueira da Foz anunciou, ontem, que a autarquia tenciona candidatar o Cabo Mondego a geoparque mundial, classificação semelhante ao património da humanidade. “O nosso grande objetivo é obter a classificação de geoparque”, anunciou João Ataíde, na cerimónia da atribuição do Prego de Ouro ao monumento natural. Depois, acrescentou, uma vez obtida a classificação, podem ser apresentadas candidaturas a fundos europeus para a valorização e monitorização do espaço.
Entretanto, a autarquia figueirense está a elaborar um projeto para o aproveitamento turístico e científico do sítio. O dono do terreno, a Cimpor, disse João Ataíde, “tem vindo a aproximar-se do município”, o que facilita a intervenção no Cabo Mondego, classificado monumento natural em 2007. A cimenteira, recorde-se, cessou a exploração de cal hidráulica em 2013.
“Temos um grande desafio pela frente”, reconheceu o autarca, referindo-se à valorização e manutenção do monumento natural, que, ontem, viu a sua importância geológica mundialmente reconhecida através da colocação do Prego de Ouro, na Praia da Murtinheira, Quiaios. Este momento histórico, antecedido por uma sessão sobre o valor geológico do Cabo Mondego, pela professora da Universidade de Coimbra Helena Henriques, nos paços do concelho, reforça o nome da Figueira da Foz junto da comunidade científica mundial.

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