Presidente da Metro Mondego contra opção de mera “reposição do que já existiu”

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O presidente da Sociedade Metro Mondego (MM), João Rebelo, afirma que a resolução do problema criado no sistema de mobilidade no Ramal da Lousã e em Coimbra tem de ser reconhecida como uma prioridade nacional e objeto de solução urgente.

“O projeto do Sistema de Mobilidade do Mondego (SMM) tem todas as razões para ser uma prioridade”, defende, em declarações à agência Lusa, João Rebelo, que preside desde novembro de 2012 à MM, empresa de capitais públicos, criada em 1996 para implantar o sistema de mobilidade.

Não se trata de “um mero projeto de sistema de transportes” e da “reposição do que já existiu”, mas de “um projeto que se integra nas políticas de cidades e de mobilidade”, amigo do ambiente e economicamente sustentável

O processo de instalação do metro ligeiro de superfície (MLM) em Coimbra, Miranda do Corvo e Lousã começou há 24 anos e desde então foram feitos 97 estudos e projetos de execução e investidos 107 milhões de euros.

Em janeiro de 2010, foi interrompido o serviço ferroviário e removidos os carris para realização das infraestruturas base (ILD) no ramal.

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