Governo prolonga impasse com adiamento da Assembleia Geral da Metro Mondego

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A assembleia geral da Metro Mondego (MM) convocada para ontem foi adiada por imposição do Estado, com votos contra dos municípios de Miranda do Corvo e Lousã, tendo-se registado a ausência da Câmara de Coimbra.
Alegando falta de “condições para deliberar”, o representante do Estado, que detém a maioria do capital da MM, propôs a nova suspensão do plenário de acionistas, que já esteve marcado para 18 de maio e que também foi adiado.
A sociedade elegeu órgãos sociais pela última vez há quatro anos, disse Luís Antunes, presidente da mesa da assembleia geral.
Segundo Luís Antunes, o mandatário do Estado comunicou, mais uma vez, que “não estão reunidas as condições” para tomar decisões sobre os pontos da ordem de trabalhos, pelo que “propôs a suspensão e o agendamento da reunião para nova data”, 6 de setembro, às 10H30.
“Lamentamos e repudiamos esta nova suspensão”, declarou, frisando que, tanto ele como o seu homólogo do município de Miranda do Corvo, Miguel Baptista, também do PS, votaram contra mais este adiamento.

 

Toda a informação na edição impressa de hoje, 24 de junho de 2016 do DIÁRIO AS BEIRAS

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