Agrupamento de escolas rejeita provas de aferição

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O Agrupamento de Escolas Marquês de Marialva foi o único no concelho de Cantanhede que optou por não ter qualquer modelo de avaliação externa dos alunos, este ano, no que se refere à realização de provas de aferição nos 2.º, 5.º e 8.º anos de escolaridade, ou as provas dos 4.º e 6.º anos, que seriam algo semelhantes aos exames nacionais.

Recorde-se que as escolas tinham de comunicar ao Ministério da Educação, até ao final de abril, que terminou no sábado, a sua opção em relação à avaliação externa.

A justificação deste agrupamento, comunicada ao Ministério da Educação, prende-se com o facto de existir uma prática de avaliação, há vários anos, que se traduz na realização de provas finais em todas as disciplinas, que abrangem todos os anos de escolaridade. “Uma vez que já fazemos as provas finais em todas as disciplinas e em todos os anos de escolaridade, achamos que a realização de provas de aferição não ia acrescentar nada”, diz Fátima Simões, diretora do Agrupamento de Escolas Marquês de Marialva.

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