Empresário morre em passagem de nível na Figueira da Foz

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FOTO PEDRO AGOSTINHO CRUZ

FOTO PEDRO AGOSTINHO CRUZ

O empresário Dionísio Marques Agostinho morreu ontem, cerca das 18H00, quando o carro em que seguia foi abalroado pelo comboio que viajava em direção a Coimbra.

O acidente aconteceu na passagem de nível da Salmanha, Figueira da Foz, com cancela, que ao que tudo indica estava fechada. A vítima, septuagenária, era o único ocupante da viatura, que seguia no sentido Vila Verde – Figueira da Foz. Teve morte imediata.

Dionísio Marques Agostinho era empresário de panificação, com fábrica no Carriço, Pombal, de onde era natural, e a sua empresa familiar tem duas padarias e pastelarias na Figueira da Foz.

Versão completa na edição impressa

One Comment

  1. Zé da Gândara says:

    Não sei porquê mas quando eu andava na então escola primária, tinha uma professora que era muito bondosa e boa pessoa que sempre nos alertava para o perigo de atravessar as passagens de nível com guarda fazendo um slalom às cancelas (até porque a prática de esqui não é propriamente uma disciplina passível de ser praticada durante todo o ano na larga maioria do território nacional), porque haveria o risco de sermos abalroados pelo comboio…
    Este "empresário", pelos vistos, fruto da sua veia empreendedora, não era avesso ao risco e atendendo ao que o nosso "New York Times" das Beiras nos diz, o nosso "empresário" terá feito um slalom às cancelas, quiçá julgando erradamente que estaria de férias na neve junto do glaciar Suíço… Serão seguramente os terríveis malefícios da neve a fazerem efeito… RIP

    Só uma questão remetida ao editorial do nosso "New York Times" das Beiras… O referido "empresário" teria algum estatuto especial para ser aqui recordado como empresário? Não achará o editorial que o sumo da notícia teria mais que ver com a forma como terá ocorrido o acidente em vez de tergiversar sobre a vida do referido "empresário"? Não acharia porventura o editorial do "New York Times" das Beiras questionar o porquê de a linha em causa não estar dotada de passagem desniveladas de modo a evitar situações desta natureza? Não seria igualmente de questionar o porquê de essa dita obra não ter sido feita quando se torraram camiões de dinheiro desde há trinta anos a esta parte (no âmbito da remessa para Portugal por parte da então CEE de um cavalo de Tróia que vestiu a pele de camiões de dinheiro, dinheiro este que acabou no bucho a engordar meia-dúzia de empresários da construção civil amigos do regime que agora se andam a pavonear pela Polónia, pelo Malawi, por Angola e pelo México) de forma gratuita e infantil em verdadeiros elefantes brancos e mamarrachos megalómanos de utilidade para o país, para a economia e para a generalidade dos tugas, completamente nula? É que sucede que passagens de nível (com ou sem guarda) por essa Europa fora já só se vêm nos postais do antigamente… O editorial do nosso New York Times não se terá porventura lembrado disto ou lembrou e temia fazer um trabalho sério e desmascarar a bandalheira que tem por cá sido feita pelos seus sponsors, receando quiçá boicotes à publicidade no referido New York Times por parte dos sponsors?

    Ficam no ar as questões… e as respostas seguramente que nunca aparecerão porque serão comprometedoras e isso não interessa a bem de todos…

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