Opinião – Concelho preparado para desafios da modernidade

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João Moura

João Moura

Na perspetiva do presidente da comissão política concelhia da secção de Cantanhede do Partido Social Democrata, a apreciação à atividade da Câmara Municipal nos últimos anos não pode deixar de transparecer a total identificação com os fundamentos e os objetivos subjacentes ao processo de desenvolvimento económico e social em curso desde há pouco mais de uma década.

O modo como esse processo de desenvolvimento evoluiu mostra que o Município de Cantanhede está hoje bem posicionado para responder aos grandes desafios da modernidade, em função das dinâmicas entretanto geradas nos domínios económico, social e cultural.

De resto, há um grande consenso em torno desta ideia. Mesmo a oposição, embora critique aspetos pontuais, a verdade é que no essencial aprova os grandes projetos estruturantes executados no âmbito da política seguida pelo executivo camarário, como o Biocant Park, só para citar o exemplo mais emblemático.

É indiscutível que o concelho reforçou significativamente a sua atratividade em função da valorização dos fatores que mais contribuem para isso, designadamente a rede viária, o setor do saneamento e proteção ambiental, as zonas industriais, o património edificado e os recintos públicos de lazer, a rede de edifícios escolares, com destaque para a construção de três centros educativos dimensionados para darem resposta aos novos desafios neste campo, ou os equipamentos sociais, culturais e desportivos.

Por outro lado, há um amplo reconhecimento da atividade da Câmara Municipal nos setores da educação, da ação social, da cultura e do desporto, através de parcerias ativas com as entidades que atuam nesses domínios, bem como as iniciativas orientadas para a promoção do emprego, o apoio à família e a proteção social dos mais carenciados.

Apesar das limitações decorrentes das políticas de austeridade impostas ao País, a autarquia fez o ajustamento necessário sem sobressaltos, dando passos importantes no reforço da coesão social e territorial, ao mesmo tempo que garantiu o equilíbrio financeiro através de um adequado planeamento e de um rigoroso controlo de gestão. A posição de relevo que tem ocupado nas últimas edições do Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses é bem sintomática disso mesmo.

Finalmente, a última nota é para enfatizar o facto de o executivo camarário ter liderado a contestação a medidas da Administração Central que considerou prejudiciais para o concelho.

Independentemente dos governos e das forças políticas neles representadas, a Câmara Municipal esteve sempre na linha da frente e bateu-se intransigentemente pela defesa dos interesses da população em dossiês como a reorganização das freguesias, o Tribunal de Cantanhede, o Hospital Arcebispo João Crisóstomo, a ligação ferroviária Figueira da Foz/Pampilhosa, sem esquecer as insistentes reivindicações junto do Ministério da Educação para a urgente requalificação da EB 2,3 de Cantanhede e da Escola Secundária.

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