CHUC garante controlo da bactéria “klebsiella”

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FOTOGRAFIA DE LUÍS CARREGÃ

 

Três mortos em janeiro e 21 pessoas internadas é o balanço da presença da bactéria “klebsiella” no Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra. Destes 21, convém sublinhar, que 13 são utentes colonizados que não precisam de ser tratados porque não têm nenhuma patologia e oito estão a receber tratamento porque têm uma cultura positiva de klebsiella, mas que estão internados por culpa de outras patologias.
À pergunta: a bactéria “klebsiella produtora de carbamapenazes” (KPC) por si só mata? Respondem que não o diretor clínico do CHUC, José Pedro Figueiredo e Maria João Faria, do Grupo de coordenação local do Programa de Prevenção e Controlo das Infeções e das Resistências aos Antimicrobiano.

Três mortos em janeiro
“No mês de janeiro registámos três óbitos atribuíveis à infeção por klebsiella produtora de carbamapenazes mas em doentes com idades já avançadas e que estavam internados com outras patologias que os fragilizou”, afirmou o diretor clínico do CHUC, explicando que “se registaram seis óbitos nos quais os doentes estavam colonizados com a bactéria, mas só em três deles – um doente por sepsis e dois por pneumonia – é que se pode atribuir o desfecho fatal à infeção por esta bactéria”.
Recusando a ideia de surto, José Pedro Figueiredo sublinhou que “mais uma vez se justifica que reconhecendo que este assunto existe, ele está nesta fase suficientemente delimitado à conta das medidas tomadas”.

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