Pena máxima para homicida de Soure porque “não é possível mais”

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A procuradora do Ministério Público, Alexandra Medeiros, pediu ontem a aplicação de pena máxima de prisão (25 anos) ao arguido António, que na passada quarta-feira confessou o homicídio da mulher e filha mais velha em junho do ano passado. A especial perversidade do crime, bem frisada pela enumeração das facadas e dos locais onde elas foram infligidas, e “a atitude egoísta” revelada nas declarações prestadas em tribunal foram os principais motivos invocados pelo Ministério Público para pedir a pena máxima. “25 anos, porque a lei não me permite pedir mais”, frisou a magistrada.
O advogado da assistente, Arlindo Mendes, lembrou que o crime praticado pelo arguido é “difícil de explicar para o comum dos cidadãos”. Para além de ter esfaqueado “durante muito tempo” a esposa, foi recordado o facto de não ter acedido aos pedidos dos vizinhos e das filhas para que parasse. “Terá, inclusivé, trancado duas vezes a porta para evitar que prestassem auxílio”, frisou o causídico.

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