Oito dezenas de obras de arte para apreciar no Góis Oroso

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O município de Góis está a acolher, uma vez mais, o Góis Oroso Arte. A Mostra Internacional de Arte, que reúne nas galerias da Casa do Artista de Góis cerca de oito dezenas de obras, concebidas com recurso a diferentes suportes, como pintura, fotografia, escultura, vitral ou gravura, pode ser apreciada até ao próximo dia 26 de julho.

Maria de Lurdes Castanheira, presidente da Câmara de Góis, e Manuel Mirás Franqueira, alcaide de Oroso, presidiram sábado à inauguração da exposição coletiva. De resto, parte desta mostra de arte deverá mostrar-se em Oroso, município espanhol geminado com Góis, nos dias 11 e 12 de setembro.

Certame de sucesso
“Este ano estamos a celebrar a 19.ª edição do Góis Oroso Arte, o que mostra que tem sido um certame com grande sucesso, porque se assim não fosse não o repetiríamos, não o celebraríamos em cada ano”, afirmou Maria de Lurdes Castanheira ao DIÁRIO AS BEIRAS.

Atestando o sucesso do certame, foi celebrado na passada sexta-feira, véspera da inauguração da exposição coletiva, um protocolo de cooperação entre a Câmara de Góis e a Associação da Amizade e das Artes Galego Portuguesa (AAAGP), e os municípios da Figueira da Foz e de Oroso.

A colaboração intercultural é a base dos pressupostos para este protocolo, sem esquecer os históricos laços que ligam Portugal à Galiza. “O alargamento do território de intervenção é sinónimo da aposta na cultura e traduz-se numa mais-valia para todos, numa abrangência de desenvolvimento cultural e de promoção territorial, considerou Lurdes Castanheira.

À espera de apoio
Na sessão de abertura da mostra coletiva, a presidente da Câmara Municipal de Góis aproveitou a presença da representante da delegação Regional da Cultura do Centro para pedir apoio para a organização da 20.ª edição do Góis Oroso Arte, que se celebra no próximo ano, considerando que “é mais que justo ter algum apoio da tutela”.

“Em Góis municipalizámos a cultura, porque tudo o que é feito” – desde exposições a manifestações de folclore ou de teatro ou a preservação do património – “tem sido assumido pelo orçamento municipal”, frisou Lurdes Castanheira.

Entre outros exemplos, a autarca lembra que a Igreja Matriz de Góis foi classificada como monumento nacional. Contudo, nos últimos 25 anos, as únicas obras de preservação de que este monumento foi alvo foram feitas através de uma candidatura apresentada pelo município ao FEDER.

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