Opinião – A vibrante e colorida Coimbra fica no Centro do mundo

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Opinião parceria DB e Cision

O Centro de Portugal e os seus múltiplos destinos turísticos estiveram mais uma vez em grande destaque nos meios de comunicação monitorizados pela Cision.

Ao longo do mês de abril, foram mais de 75 as referências à região, o dobro em relação ao mês anterior.

Grande parte da notoriedade alcançada deve-se ao escritor e apresentador de televisão norte-americano Rick Steves, autor de guias para diversas cidades europeias, que escreveu um artigo sobre Coimbra que foi profusamente difundido nos Estados Unidos. O texto é uma verdadeira ode à cidade do Mondego.

Diz que Coimbra é uma espécie de Oxford ou Cambridge de Portugal, por ser o berço da sua mais venerável universidade, e aponta a cidade como a mais fácil de desfrutar do país, uma “mini-Lisboa“, com tudo o bom do Portugal urbano sem a intensidade de uma grande metrópole.

“Não poderia imaginar uma cidade mais agradável para uma visita”, resume o autor, descrevendo os seus passeios pelas ruelas da Alta e da Baixa, as compras no Mercado Municipal, a visita à Universidade e ao Museu Machado de Castro e a experiência única que é ouvir o Fado de Coimbra.

O artigo foi publicado em mais de 20 jornais – online e impressos – dos Estados Unidos.

Rick apaixonou-se por Coimbra e a CNN descobriu uma região que diz ser “o centro do mundo” mas que é “misteriosamente esquecida”. Diz o canal informativo, um dos mais importantes do planeta, que a Nazaré tem vindo a roubar as atenções mundiais, graças às suas ondas gigantes, mas há muito mais para descobrir na região: “a Costa de Prata e o resto do Centro albergam um vasto leque de tesouros por descobrir, injustamente ignorados por quem visita Portugal, que normalmente se limita a Lisboa e aos charmes do vinho do Porto, no Norte”.

O trabalho da CNN teve amplo eco nos meios de comunicação social nacionais.

Se os americanos olharam para Coimbra, os espanhóis centraram atenções em Aveiro. Dizem “nuestros hermanos” que a Veneza portuguesa é uma das dez cidades mais subvalorizadas do mundo. O Festival Internacional do Chocolate de Óbidos também foi notícia em várias publicações do país vizinho.

Tal como vem sendo habitual, a Nazaré e as ondas gigantes da Praia do Norte continuam a merecer grande atenção, principalmente na Alemanha, onde foram registadas dez referências, mas também nos Estados Unidos e em França. No Reino Unido, o The Sun também falou do surf em Portugal, mas deu maior destaque a Peniche. Ainda em terras de sua majestade, o The Guardian desdobrou-se em elogios à região.

Primeiro, ao considerar as ruínas de Conímbriga como um dos melhores locais onde a herança romana pode ser apreciada, sem multidões; depois, ao apontar o distrito de Coimbra como um dos 10 melhores destinos para férias em família.

Os mosteiros da Batalha e de Alcobaça, o castelo de Leiria e o Convento de Cristo, em Tomar, também foram várias vezes mencionados nos meios internacionais, alguns deles de grande relevância, como o francês Le Figaro. Mostrando mais uma vez a diversidade da região, o interior também deu que falar.

O New York Times noticiou a abertura de um hotel de luxo no concelho de Lamego e outros órgãos elogiaram o Senses Camping, na Guarda; o Parque Nacional das Serras de Aire e Candeeiros, um dos melhores sítios do mundo para andar a cavalo; os vinhos e os queijos das Beiras e da Serra da Estrela; e a pitoresca aldeia do Piódão.

Análise elaborada com base nas notícias recolhidas pelo serviço de monitorização de media da Cision, no período compreendido entre os dias 1 e 28 de abril, na Alemanha Brasil, China, Espanha, Estados Unidos da América, Finlândia, França, India, Itália, Noruega, Polónia, Reino Unido e Suécia. Esta pesquisa engloba mais de 58.351 meios de informação online e 53.654 em meios impressos. A Cision é líder global em serviços e software de pesquisa, monitorização e análise de media.

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