Movimento de utentes diz que Extensão de Saúde da Adémia não encerra em Coimbra

 

FOTO DB/LUÍS CARREGÃ

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O Movimento dos Utentes dos Serviços Públicos (MUSP) de Coimbra anunciou ontem ter recebido a garantia de que a Extensão de Saúde de Adémia não vai encerrar, após uma reunião com o Agrupamento dos Centros de Saúde do Baixo Mondego.

Em comunicado, o MUSP informou ainda que os responsáveis do agrupamento asseguraram que seria colocado um médico a tempo inteiro a partir de 18 de maio e que, “durante a primeira quinzena de maio, os serviços administrativos e de enfermagem funcionarão normalmente com o apoio de um médico do Centro de Saúde da Fernão de Magalhães, uma tarde por semana”.

A garantia, segundo o movimento, foi dada pelo diretor do Agrupamento dos Centros de Saúde do Baixo Mondego, António Morais, e pela presidente do Conselho Clínico, Maria João Samora.

No dia 30 de março, a população da Adémia, no concelho de Coimbra, manifestou-se contra o eventual encerramento da extensão de saúde, tendo na altura a Administração Regional de Saúde (ARS) do Centro negado essa intenção.

De acordo com a ARS do Centro, a extensão de saúde de Adémia tem cerca de 2.500 utentes, dos quais 1.561 pertencem ao ficheiro do atual médico e os restantes são atendidos nos centros de saúde de Eiras e Fernão de Magalhães (este na área urbana de Coimbra).

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