Feira promove sabores da terra e do mar na Figueira da Foz

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FOTO DB/ JOT'ALVES

FOTO DB/ JOT’ALVES

A Figueira com Sabor a Mar realiza, de 8 a 10 de maio e de 4 a 6 de setembro, a Feira Sabores Terra e Mar, no pavilhão do parque das Gaivotas. Este evento tem por finalidade promover os festivais gastronómicos da associação, ao mesmo tempo que divulga os produtos agrícolas, o artesanato, a doçaria e o turismo locais.

O serviço de restauração é assegurado por cinco dos 15 restaurantes que participam nos festivais gastronómicos da associação.

No total, marcam presença 30 expositores. A animação do espaço, as diversas demonstrações, degustações e os “preços promocionais” das ementas justificam a entrada de um euro, com direito a um café ou uma água.

Versão completa na edição impressa

One Comment

  1. Zé Amordaçado says:

    Ora aqui está uma iniciativa na qual foi vertida a imensa capacidade dos nossos mais altos representantes locais, bem como a respectiva sagacidade e espírito empresarialês / fomento de espírito empresarialês…
    Portugal tem uma economia de trampa… Não é novidade… Os poucos negócios altamente lucrativos (que se não são monopólios, são quase-monopólios) aqui do burgo, estão nas maõs de meia dúzia de DDTs (Donos disto Tudo) e assim se espera que continuem, até porque o liberalismo só serve os nossos bravos capitalistas e empresários enquanto a vaca dá leite… quando chega a altura de pagar a factura da alimentação da vaca e a factura do veterinário, o empresário e o capitalista tugalês, passam a batata quente para a populaça para esta ter de pagar aquilo que não consumiu, tornando-se então os nossos capitalistas e empresários em perigosos comunistas que não olham a meios para socializar os prejuízos do seu desvario e incompetência…
    Fruto deste centenário modus operandi, Portugal não tem indústria e a pouca que existe, em alguns casos, tem tiques de artesanato…
    Quando se fala em artesanato… Eis que aparecem os magnânimos políticos para o promover e para dar pão e circo à populaça, à boa moda do fim do Império Romano… É que a populaça se há coisa de que não prescinde é de circo e se for de bandulho cheio, ainda melhor… Portugal tem uma economia de trampa devido a entre outras razões, não ter uma economia estrurada em indústria (por ter passado ao lado das várias vagas da Revolução Industrial e por ter desbaratado toda a pouca indústria que por cá germinou, nos leilões de Bruxelas)… Não se chega lá com a indústria… Então promove-se o artesanato… E os políticos são mestres nesta arte… E ainda se julgam muito inteligentes porque pensam que estão a dar uma demonstração de civilização à populaça… Enfim… Tendo cá disto em proporções indústriais, resta mais nada a não ser começar a mandar os políticos cavar com uma enxada para as vinhas do Douro Vinhateiro, do Ribatejo, do Alentejo ou mesmo da renascida Bairrada… Para que a mecanização agrícola se existem tantos braços e tão bom cabedal para dar aos braços agarrados a uma bela enxada de fabrico tugalês?

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