Engenheira da Metro Mondego sai porque “não tinha nada para fazer”

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Sede da Metro Mondego em Coimbra. FOTO DB/CARLOS JORGE MONTEIRO

Sede da Metro Mondego em Coimbra. FOTO DB/CARLOS JORGE MONTEIRO

Uma engenheira da Metro Mondego saiu da sociedade em julho de 2014 invocando “justa causa” na resolução do contrato de trabalho. A razão invocada foi “o esvaziamento total” das suas funções, ao ponto de não ter “nada para fazer durante dias e, até, semanas”.

Como tal, entende que lhe é devida uma indemnização por “alteração substancial das condições de trabalho”. A verba pretendida é superior aos 46 mil euros e diz respeito “à antiguidade na empresa e aos danos morais sofridos” por esta situação.

Esta posição é contestada pela administração da sociedade que ontem, através do presidente do Conselho de Administração João Rebelo, mostrou a sua discordância em relação a esta matéria.

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2 Comments

  1. Zé da Gândara says:

    Isto é um produto premium da gestão pública tugalesa… Nem no ano 3015 irá haver metro na cidade de Coimbra e arredores… No entanto, depois do comum tugalês pagante de impostos ter sido obrigado a apertar o cinto até garrotar a cintura, eis que numa empresa pública que é uma autêntica irredutível aldeia Gaulesa, existe disto que acabamos de ver… O que é que a Sôra Inginheira fez à excelente administração haut de gamme para merecer tal putativo tratamento que tanta dor e sofrimento lhe estará putativamente a fazer?

  2. Zé da Gândara says:

    Se a administração da empresa onde presto trabalho se lembrasse de me fazer a mesma coisa, eu até agradecia… Pena que os senhores administradores da empresa onde trabalho não terem semelhante inspiração messiânica… Acontecesse tal fenómeno para os meus lados, uma coisa eu garanto: não iria processar a empresa…

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