Uma centena de lesados do ex-BES invadiram dependência bancária em Coimbra

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Foto António Alves

Foto: António Alves

Foi sob as palavras de ordem de “queremos o nosso dinheiro” que um grupo de pequenos acionistas do antigo Banco Espírito Santo entraram esta manhã na delegação da Praça 8 de Maio do agora designado Novo Banco.

A mobilização entre os clientes lesados do Papel Comercial do BES resultou numa concentração hoje de manhã em frente ao Banco de Portugal, mas depois deslocaram-se, pela Baixa de Coimbra, até ao Novo Banco. “Não quero aceitar que perdi o meu depósito. Quero acreditar que o Banco de Portugal vai assumir a responsabilidade sobre o crédito dos clientes”, disse uma das lesadas, Carla Costa, educadora de infância. Os manifestantes entraram nas instalações por volta das 11H20 e por lá se mantiveram durante longos minutos.

16 Comments

  1. Zé da Gândara says:

    É nestas alturas que se vê a quantidade de patos bravos que constituem a fauna autóctone tuga… Que, conforme se pode ver, é gananciosa e gulosa e que se esquece que pela boca morra o peixe, conforme diz a milenar sabedoria popular… Nem depois de no caso do BPN se ter divulgado até à exaustão que "papel comercial não é um depósito a prazo e como tal, investimento em papel comercial não tem garantia de capital", eis que bastou acenar com a remuneração pornográfica do papel comercial, para a tugalhada, qual cão de Pavlov, começar de imediato a salivar pela subscrição de papel comercial… Agora inchem… e como dizia o Arquitecto… "Não chora!" Conforme se pode ver, não são apenas os Gandarezes que são burros porque os Coimbrinhas da cidade do conhecimento que fazem da Figueira da Foz a sua estância balnear também são papados pelos assalariados do BES que se especializaram em snake oil… Isto quando Gandarezes há que não se deixam enganar pelas palermices dos sanke oil salesman que por aí pululam…

    • Super... imbecil says:

      Trata-se de um tótó, e ainda convencido que é super erudito, que sabe da coisa, muito acima de todos aqueles que, arrogantemente designa por "tugalhada".."burros"..etc, enfim os concidadães portugueses (seres inferiores, "gananciosos"). É um ser Deus superior, iluminado, …um supertuga….mas completamente desprezível como homem que é. Devia ter vergonha e acontecer-lhe algo semelhante, ou pior, para beber do veneno que expele…

      • Zé da Gândara says:

        Muito obrigado pela consideração que nutre à distância pela minha pessoa… Mas não sou o maior… Há quem seja mal educado (aqueles que me insultam quando não conseguem rebater argumentos com argumentos) que serão bem mais mal educados do que eu…

      • Zé da Gândara says:

        E pode aproveitar para ir para a escola reciclar os conhecimentos de Português… "Concidadães" é palavra que não existe na língua de Camões…

  2. Quem procura muito lucro,sujeita-se a isto.Agora,somos nós que temos que pagar? Penso que não está certo!!!

    • Zé da Gândara says:

      O Stock já mandou este bando de patos dar uma volta ao bilhar grande e o Costa do BdP já lavou as mãos como Pilatos… Os patos, depois de terem levado uma chumbada, estão sozinhos e entregues a si próprios… Afinal, quem não pertence à casta reinante aqui da Tugalândia, com quem pode contar para além de si próprio? Porque é que estes patos teriam de ter destino diferente? São special ones? Porquê? A questão aqui é que o tuga, em termos de literacia financeira é mais nharro que um africano do Burkina Faso… E deixa-se cair nas falinhas mansas dos assalariados dos bancos (que em muitos casos nem para varredores de rua serveriam se fossem indigitados para varrer ruas) que no fim do mal feito, ainda se riem dos patos bravos… Quantas reclamações de Tugaleses entraram no Banco de Portugal do Costa por os assalariados dos bancos lhes tentarem vender algo que não está de acordo com o perfil de literacia financeira que o tugalês pato bravo exibe? O Tugalês foi amansado e amestrado e tornou-se dócil como um cordeiro e nada há que o tire do sério… E acaba sempre por se ficar a queixar da sorte e a meter trancas à porta no fim de ser copiosamente roubado…

  3. Carlos Santos says:

    Saibam que quem subscreveu papel comercial no BES o fez pensando estar a fazer depósitos a prazo e produtos com capital garantido sem risco. Está escrito no papel de subsrição. O juro é pouco mais que os dos depósitos a prazo na altura da subscrição

    • Zé da Gândara says:

      Caro Senhor Carlos Santos,

      Existe uma coisa chamada FIN (ficha de informação normalizada) que deve ser dada a conhecer e a assinar a cada cliente bancário na hora de constituir por exemplo, um depósito a prazo… Se for papel comercial, ainda que o assalariado do banco – normalmente um misto de vigário com incompetente – diga que é um depósito a prazo, o tuga quando vai fazer um depósito, deve abrir a pestana e não se deixar vigarizar só porque pensa que o bancário é uma pessoa séria porque sempre foi… Foi isso que o tuga fez com o papel comercial do BPN e do BES? Quer parecer-me que não… É que no subconsciente tuga, julga-se que a trupe de bancários está interessada em maximizar o benefício do cliente quando lhe propõe alguma coisa… Enfim, o que é isto se não o protelar do princípio da ignorância formentado pelo António de Santa Comba e o protelar do próprio António de Santa Comba em cada tuga nharro que acredita no conto do vigário?

    • Zé da Gândara says:

      Caro Sr. Carlos Santos,

      Diz a milenar sabedoria popular que a mentira tem perna curta… Parece que o papel comercial vendido pelo BES como se de snake oil se tratasse, prometia remunerações de 4,25% e 4,45% (ou algo muito próximo disto) com maturidades de 4 e 5 meses, quando os depósitos a prazo eram remunerados a 2,00%… Chegaram testemunhos à comunicação social dando conta de trocas de correios electrónicos entre clientes greylag e gestores de conta onde se cozinhava toda este processo… E contrariamente ao que também tem sido adiantado como mera manobra de manipulação para impingir pena dos clientes greylag na restante populaça, os montantes em causa eram relativamente avultados (160.000,00 €), valores não susceptíveis de constituírem património de um reformado com uma pensão da Segurança Social no valor de 200,00 € mensais que tenha vivido toda uma vida de um salário que lhe conferiu essa vultuosa reforma… Por isso, a minha convicção de que se tratou de gula por parte dos clientes greylag é inabalável! Conhecerá porventura a parábola do cão invejoso que com uma perdiz na boca, ao atravessar um ribeiro, vendo-se espelhado na água límpida se atirou à sua própria imagem, para roubar a perdiz ao cão que via reflectido na água do ribeiro? Tal qual muitos dos clientes greylag que foram papados pelos assalariados do BES… E mais não vale a pena adiantar… Quanto à sua vocação para plantar meias verdades, configura naturalmente um enorme erro de casting… Recicle-se…

  4. antonio pereira says:

    Senhor Zé,
    Consegue escrever normalmente? Dificil para um tuga como eu entender o seu discurso elevado.
    Parece massa de pedreiro a sua escrita e o irritante é que não cola coisa nenhuma.
    abraço

    • Zé da Gândara says:

      Sr. António Pereira,

      É errado, por uma questão de princípio, dar pérolas a porcos…

      Sugiro que vá subscrever papel comercial aos balcões de um qualquer banco…

  5. Zé da Gândara says:

    E eu sou o Pai Natal…

  6. o Zé da Gândara, devia meter as suas palavras num sítio que eu sei, e deveria ser um daqueles que vivem miseravelmente nas ruas, VIVERIA MAIS CALADO, e mordia os seus dentes!!!!!!!!!!!!!!

  7. Zé da Gândara says:

    Sr. Joaquim,

    A educação não foi particularmente generosa consigo, visto que tem de recorrer ao insulto para refutar um comentário meu, que admito que possa ser um pouco corrosivo mas que ainda assim, espelha na plenitude, a realidade da atroz iliteracia financeira do português médio e a ganância e gula que o mesmo português médio encerra em si… Cure-se enquanto for a tempo de fazer a remissão da doença que me parece que o apoquentará…

  8. Ó Zé não ponhas tabaco não…

    • Zé da Gândara says:

      Caro Francisco,

      Não terei seguramente os seus vícios e tenho a certeza que se no exercício de condução na via pública fossemos ambos convidados a fazer um despiste de substâncias psicotrópicas, não seria seguramente eu quem viria de ter de prestar contas à justiça…

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