Aluno agride colega com x-ato na sala de aulas em Montemor-o-Velho

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x-acto DR

Um aluno do 7.º ano da Escola do Ensino Básico Integrado de Pereira, Montemor-o-Velho, agrediu um colega da mesma turma, encostando-lhe um x-ato ao pescoço.

“Não cortou, mas deixou uma marca”, afiançou fonte próxima da vítima.

O episódio aconteceu na sala de aulas, quando o docente pretendia expulsar o agressor da sala, por mau comportamento.

Segundo a mesma fonte, o rapaz que “ameaçou cortar o pescoço do colega” com a referida arma branca ter-se-á oposto à ordem de expulsão e reagiu daquela maneira quando o colega tentava convencê-lo a sair da sala de aulas.

Contactado pelo DIÁRIO AS BEIRAS, o Agrupamento de Escolas de Montemor-o-Velho confirma a ocorrência.

Versão completa na edição impressa

7 Comments

  1. O professor se safou de boa. Porque a raiva do meliante era contra o professor, como não teve coragem descontou no colega. Não sei porquê, mas me fez lembrar a ocupação dos terrenos de estacionamento de um restaurante à beira do rio, para morar.

  2. Liberdade a mais e falta de educação e respeito, é o que dá. Existem pessoas que não mamaram em crianças leite materno, mas sim leite de carneiro e de má qualidade. Em certos aspectos, Salazar fas cá muita falta. Que vergonha…e são estes os adultos do futuro, pelos quais um dia seremos geridos.

  3. Zé da Gândara says:

    Em MMV há muita coisa aberrante a tratar antes mesmo de chegar a este episódio de faca e alguidar (que é apenas e só mais um, somado a alguns que não tendo direito de antena, redundam em arquivamentos precoces de processos-crime sob a estola da mui competente justiça Tuga)…
    Existirá mesmo em alguns domínios da sociedade Montemorense uma refinada cultura de capos e sicários, daí que este episódio seja até quiçá visto como natural por alguns ditos “Montemorenses”, faltando apenas a MMV poços de petróleo para ser de pleno direito o Texas Tuga.
    Impõe-se no entanto uma questão: Sendo do domínio público o alegado episódio, a extremamente zelosa CPCJ de MMV e o seu quadro altamente especializado (a NASA das CPCJs Tugas) não actua? E não se aferem as origens do fenómeno que redundou neste alegado acto de delinquência juvenil?

  4. quando em pequenos, onde está a palavra "não", onde está o castigo " palmada na hora?", nunca ninguém morreu depois de levar uma palmada como castigo de um qualquer ato menos próprio… POR IRONIA acho bem que as crianças de hoje coitadinhas não se lhe pode bater ( devidamente), depois quando pre-adolescentes/adolescentes/adultas, aplicam a máxima aos seus semelhantes – não me educaste devidamente não me corrigiste, agora "apanhas " por isso……. Gostaria de ver os filhos do "pessoal da assembleia", a fazer-lhes isso, não fazem porque essa gente nem sequer dá educação ou talvez raramente vê os seus descendentes, depois legislam legislam UTOPICAMENTE.

  5. Andreia Sofia Viana Cândido says:

    Repugna-me ver pessoas deixarem os seus comentários sobre uma situação que não conhecem e que tão pouco se passou como a notícia transcreve. A criança não agrediu ninguém, apenas aconteceu uma brincadeira de mau gosto com um x-ato sem lâmina (óbvio que a brincadeira não deveria ter acontecido). Contudo a alegada vítima riu-se com a brincadeira, mas quando chamaram a diretora de turma fez um filme enorme e repudiado pelos restantes alunos que minutos antes o viram rir. Este episódio terá o seu desfecho com punição no ambiente escolar e os progenitores do aluno que executou a brincadeira também o puniram exemplarmente. Quanto aos progenitores da alegada vítima parabéns estão a fazer um óptimo trabalho a criar um bom ator. Mais repugnante ainda foi um familiar da alegada vítima, do sexo masculino juntamente com a avó, irem à escola de Pereira ameaçar o alegado agressor… Deveriam ter vergonha e mais não digo pois esta notícia (aldrabada) não passou de um embuste uma vergonha tamanha. E aos mais críticos e curiosos devo esclarecer que a CPCJ de MMV está sim a fazer o seu trabalho e muito bem.

    • Zé da Gândara says:

      Parecendo sua excelência bem informada a respeito da temática, tenho apenas e só (no pressuposto de assim ser efectivamente a verdade) a felicitar a douta CPCJ pela enérgica actuação, que não tarda, seguramente frutificará… Lá que Montemor-o-Velho possa querer parecer em alguns aspectos (até pela pujança agrícola) o Texas Tuga, até se aceita… Agora permitir que MMV se torne num Bronx Tuga, isso não e para evitar que tal aconteça, todos contamos com a imensa sapiência e técnica apurada da CPCJ de MMV…

  6. Zé da Gândara says:

    Sr.ª Andreia Sofia Viana Cândido,

    Ficou algo por esclarecer… Quiçá uma declaração de interesses que apraz fazer… Será sua excelência representante da CPCJ de MMV para vir a terreiro cantar odes à CPCJ de MMV?

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