Tráfico na cadeia resultou em 12 anos de prisão para líder dos presos e 11 para telefonista

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TELEFONISTA LC

A maior pena de prisão do julgamento de tráfico de droga que se fazia dentro da cadeia de Coimbra acabou por não recair sobre a telefonista que introduzia o produto atrás das grades, mas sim num perigoso homicida, com a alcunha de “Beckham”. É este criminoso – a cumprir pena de 23 anos – que o tribunal considerou ter um maior grau de ilicitude, porque era quem “mais controlava e fazia pressão sobre os outros, e a quem a droga era destinada”.

Embora a arguida Graça sempre tivesse sido, durante o julgamento, a protagonista, foi o homicida condenado no caso “Noite Branca” do Porto que apanhou o maior castigo, com pena de 12 anos. A telefonista do Estabelecimento Prisional de Coimbra, apanhou 11 anos de cadeia. Foram condenados ainda mais 10 dos restantes 11 arguidos.

A moldura penal aplicada refere-se a tráfico agravado, corrupção (ativa, por parte dos presos e passiva por parte da telefonista), e branqueamento de capitais para os principais culpados.

A rede montada na prisão de Coimbra envolvia tráfico de heroína e haxixe, mas também telemóveis, e esteroides anabolizantes, utilizados para aumentar a massa muscular.

Outro dos reclusos foi condenado a 10 anos de prisão pela prática dos mesmos crimes, quatro a nove anos, dois a oito anos de prisão e um a dois anos e 10 meses, apenas por corrupção ativa.

O Tribunal decidiu também condenar a namorada de um dos reclusos.

 

Informação completa na edição impressa de hoje, sexta-feira, do DIÁRIO AS BEIRAS

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