Uma escola inteira chorou no adeus à Inês e à sua mãe

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03 funeral

Um ambiente de forte emoção e muito choro contido foi vivido pelas mais de mil pessoas que ontem se quiseram despedir da mãe e filha assassinadas em Soure na segunda-feira. Grande parte dos alunos do Instituto Pedro Hispano marcou presença na missa que antecedeu o cortejo fúnebre,

com os colegas do 11.º ano A e B da malograda Inês Ferreira Vilaranda, a concentrarem-se no altar da Igreja da Gesteira, onde Olinda Janeiro, diretora de turma do 11.º A leu um texto de homenagem à aluna falecida, escrito em conjunto pelos colegas: prometiam tentar conter as lágrimas, “mas se alguma cair pelo rosto, será de raiva”. A carta foi depois depositada no caixão, juntamente com rosas, antes de ser fechado.

Além disso, todos escreveram uma pequena mensagem num bilhete, que prenderam a fios de balões brancos que, depois, cada um empunhou no desfile fúnebre.

António Simões Cardoso, diretor do instituto há 27 anos, confessou à reportagem do DIÁRIO AS BEIRAS que “todos os dias, desde segunda-feira temos tido necessidade de intervir no apoio a alunos da escola, através da psicóloga, principalmente àqueles que eram mais amigos da Inês, que estudavam com ela há sete anos e alguns até, desde o jardim de infância, portanto há 11 anos”.

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