“Poiartes tem um impacto direto e indireto importante na economia”

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João Miguel Henriques, presidente da câmara de Vila Nova de Poiares. FOTO CARLOS JORGE MONTEIRO

João Miguel Henriques, presidente da câmara de Vila Nova de Poiares. FOTO CARLOS JORGE MONTEIRO

O que espera, para o concelho, da Poiartes 2014?

Espero que, pela sua importância para a economia local e pela importância social que tem para o concelho, a Poiartes possa ser um sucesso e continuar a crescer. Tenho a expectativa que esta seja a maior edição de sempre.

Foi com esses objetivos que o executivo municipal decidiu manter a realização da Poiartes, mesmo num momento marcado por dificuldades financeiras?

Decidimos manter a realização da Poiartes porque acreditamos seriamente que se não fizéssemos este esforço, este investimento, apesar das dificuldades que temos neste momento, estaríamos a prejudicar mais o tecido económico local, isto é, toda a atividade que está diretamente e indiretamente ligada ao certame. Podemos dividir o impacto que a Poiartes tem em duas vertentes: o impacto direto que tem, durante os quatro dias do evento, para os comerciantes, artesãos, instituições; e o impacto indireto que tem no tecido económico local, através da promoção que faz do concelho, dos nossos valores, da nossa história e cultura, dos nossos produtos endógenos, que é difícil de quantificar mas é importante.

O retorno que advém da Poiartes supera esse esforço de investimento?

Acreditamos que o impacto direto e indireto do certame na economia local superam em muito o investimento que o município está a fazer, que é um investimento muito ponderado, pensado e contido, atendendo às nossas limitações. A opção de não realizar a feira acabaria por ter um impacto mais negativo.

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