Investigadores da UC corrigem defeitos ósseos dos maxilares superiores

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Fernando Guerra

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Uma tecnologia para a recuperação de maxilas atróficas (sem volume ósseo para implantes dentários), que está a ser desenvolvida por investigadores portugueses e um brasileiro, apresenta “resultados promissores”, anunciou hoje, quarta-feira, a Universidade de Coimbra (UC).

A nova técnica “incide na reparação de defeitos ósseos graves dos maxilares superiores, permitindo a posterior colocação de implantes dentários e reabilitação com próteses fixas”, afirma o coordenador do estudo, Fernando Guerra, da UC.

A recuperação do esqueleto facial é possível através de “uma cirurgia, sob anestesia local, para a aplicação de enxertos ósseos frescos congelados de cadáver, que permitem a restituição da correta anatomia do maxilar”, explica o especialista responsável pelas cirurgias, Eugénio Pereira.

“A colocação dos implantes dentários ocorre cinco meses após a intervenção inicial, de forma segura e previsível”, adianta o especialista.

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