Produtores hortofrutícolas do Baixo Mondego quer unir-se para terem mais força

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Montemor

Os agricultores do concelho de Montemor-o-Velho querem criar uma organização de produtores (OP) hortofrutícolas para garantir uma “união” do setor, foi anunciado nesta quarta-feira.

Em comunicado, a Câmara Municipal de Montemor-o-Velho referiu que 12 agricultores do concelho estiveram reunidos na terça-feira para debater a constituição de uma organização de produtores (OP) hortofrutícolas, com o objetivo de “unir os produtores todos” e “equilibrar as forças entre a produção, a distribuição e a comercialização”.

“Queremos aproveitar os apoios para as OP e desenvolver cada vez mais a atividade agrícola e hortofrutícola da região”, adiantou o administrador da Naturar, Joaquim Cardoso, ao sublinhar que a OP Naturar Global (nome possível da organização) pretende “organizar e puxar pela produção no Baixo Mondego”.

À margem da reunião, o presidente da Câmara de Montemor-o-Velho, Emílio Torrão, considerou que a iniciativa “vai reorganizar a produção, afirmar a Naturar no país e no mundo e projetar os produtos endógenos do concelho de Montemor-o-Velho além-fronteiras”.

7 Comments

  1. Zé da Gândara says:

    Existe por aí um sujeito que pode ser visto sem desprimor pela sua personalidade e pela sua pessoa, como o Fernando Alves da zona Centro…
    http://www.lux.iol.pt/nacionais/emplastro-video-f

    Onde existem holofotes ligados, lá está ele… Ele tem é que ter cuidado porque se algum dia faz saltar a tampa a algum a quem se cole, se porventura se repetir o que sucedeu com o Fernando Alves filho do Vítor Baía e do Jorge Nuno, ainda acaba a ser agredido…

  2. Zé da Gândara says:

    O Fernando Alves (aka Emplastro) disse em tempos que a sua mãe era o Balizas e que o seu pai era o Pintinho… Este aqui, quer parecer que pretende antes perfilhar tudo e mais alguma coisa para a qualquer custo, ficar bem na foto, nem que para isso se exponha ao ridículo…
    A química orgânica diz-nos que “iguais dissolvem iguais”… É uma lei da natureza sintetizada num modelo científico. Do mundo científico ao mundo real, por vezes a distância é ínfima e talvez por isso, alguém ridículo, risível e por aí adiante, acaba sempre por encontrar alguém igual para fazer coro.
    Portugal tem actualmente uma economia pautada pelo regime de mercado mas parece-me que este Fernando Alves, para ficar bem na foto (e disso tirar partido) era bem capaz de cantar odes à economia planificada da URSS

  3. Zé da Gândara says:

    À custa destas iniciativas, não tardará, a República Portuguesa passará a ser será designada como República Portuguesa e dos Algarves d’Aquém e d’Além-mar, tal não é a veia expansionista e belicista do discurso empregue por esta nova geração de Portugueses, fazendo de Dom Afonso Henriques um menino de coro ao pé desta Inclita geração de Lusitanos descendentes desses Portugueses primitivos…

  4. Zé da Gândara says:

    O nosso homem das artes e ofícios mil, além de todos os predicados que lhe são reconhecidos, é igualmente um marketeer nato, dado que domina a técnica do product placement como ninguém…

    De repente e sem quê nem para quê, eis que, inocentemente com malícia subliminar, num directo, as objectivas e os holofotes incidem sobre o produto do nosso marketeer homem das artes e ofícios mil… Bravo!
    Até nem era para ser assim mas devido a uma incrível coincidência, eis que aparece o nosso Fernando Alves… Bravo!

  5. Quim das Couves says:

    Ao ler esta interessante notícia, somos levados a indagar a respeito da respectiva paternidade e facilmente compreendemos que Muhammad Saeed al-Sahhaf (para quem já não se lembra, era o Ministro da Informação do governo de Saddam Hussein aquando da intentona ianquí nessa sub-região da Mesopotâmia) deverá ter encontrado refúgio de abrigo / asilo diplomático algures em terras de Fernão Mendes Pinto junto do nosso querido líder (o que é normal, dado o nosso querido líder ser um humanista, um sentimentalista (para não dizer sentimentalão, quase que ao nível de um conhecido artista da música ligeira Portuguesa – assim dito para não ter de referenciar este género musical como música pimba – que encheu o Olympia em Paris e os Coliseus em Lisboa e no Porto, estes últimos repletos de mulheres a pedirem-lhe para ele lhes fazer um filho, dado que essas estavam na sua generalidade fartas de levar porrada em casa por não terem a cerveja à temperatura ideal de consumo quando os maridos trolhas chegavam a casa) – quem não se lembra de o ter visto a declarar publicamente ter ficado triste com uma decisão que o ultrapassou – e outras coisas mais ainda terminadas em ista), que, qual Vladimiro Montesinos após a queda em desgraça de Alberto Fujimori no Perú, encontrou nos braços do comandante Hugo Chávez Frías o merecido amparo.

  6. Zé da Gândara says:

    Estes Kulaks andam mesmo a pedir a intervenção do Genrikh Yagoda e do seu fiel amigo Máximo Gorki…

  7. Zé da Gândara says:

    Reparei agora ao aceder ao trombasbook oficial do nosso querido líder, que o nosso querido líder cooptou para a sua esfera de influência e lista de candidatos um camponês agricultor que é o Steve Jobs da agricultura de MMV (isto depois de o Sr. Carolino ter emigrado para outras paragens), precisamente para, segundo o veiculado pelo nosso querido líder, aproveitar os recursos endógenos do concelho, nomeadamente no que toca a agricultura… Parece no entanto que as bombas de alta cilindrada que por aí andam nas unhas de pseudo-agricultores do concelho ainda não terão sido conseguidas no âmbito desta verdadeira reforma agrária que o nosso querido líder pelos vistos pretendia fazer mas sim, devido aos apoios comunitários no âmbito da PAC que subsidiam entre outras coisas, a aquisição de viaturas de alta cilindrada aos nossos agricultores que dominam o jargão empresarialês e o conhecimento detalhado dos gadjets que são expostos como obras-primas no Salão Automóvel Internacional de Genebra…

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