Seguro e Portas viajaram até à região Centro para fazer declarações políticas importantes

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Paulo portasAntónio josé Seguro

O secretário-geral do PS, António José Seguro, disse ontem à noite, em Coimbra, que a direita “nunca conseguirá fazer” uma revisão constitucional para “desmantelar” o Estado Social.

A direita “nunca desistiu de tentar” fazer “uma revisão constitucional para diminuir os direitos dos trabalhadores ou para desmantelar o Estado Social, que está na nossa Constituição”, afirmou o líder do PS, assegurando que essa revisão “nunca passará”.

“Sempre defendemos a economia de mercado, mas nunca uma sociedade de mercado”, salientou António José Seguro, que falava num comício em Coimbra.

Seguro referiu-se ainda a questões internas do partido, sublinhando que “se fosse por jogos de poder” não se tinha “disponibilizado para ser candidato a secretário-geral do partido”, há três anos.

Ao mesmo tempo, na cidade da Guarda, o presidente do CDS-PP insistiu  que será o povo a decidir quais os políticos que vão continuar no ativo após a próximas legislativas e atribuiu à ‘silly season’ as notícias da sua saída em 2015.

“Queria dar-vos também uma palavra, essa mais irónica. Eu começo a trabalhar muito cedo e, hoje, quando peguei ao serviço, li um jornal que dizia ‘Portas sai em 2015’”, começou por afirmar o líder do CDS-PP ontem à noite, na Guarda, num jantar com militantes, onde foi empossada a nova comissão política concelhia do partido.

Sobre o título do jornal afirmou: “Alto e para o baile. Quem diz quem são os políticos que ficam e os políticos que saem em outubro de 2015 é o povo português, quando em eleições escolher”.

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