Pena pesada para líder do homicídio das Berlengas

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01 ARGUIDO MARCELO 02 BNPO cabecilha do grupo que, em 2011 assaltou e deixou a morrer o cidadão Argemiro num barracão abandonado, foi ontem condenado pelo Tribunal de Cantanhede a uma pena de 15 anos e meio de prisão.

Nélson, atualmente com 26 anos de idade, foi considerado pelo coletivo de juízes como tendo “culpa elevada” pela prática do crime de homicídio ocorrido na zona das Berlengas (Tocha) em março de 2012.

De acordo com os magistrados, ele foi o “mentor do roubo e dos crimes”, bem como foi aquele que “convidou os restantes arguidos para a prática” deste ato que acabou na morte de Argemiro (à altura dos factos com 90 anos de idade).

Anabela, Marcelo e Alexandra – que acompanharam Nélson – foram considerados pelo tribunal como tendo “culpa mediana” em todo este caso.

Este facto, aliado à sua idade na altura do crime (19, 25 e 17 anos, respetivamente), serviu de atenuante à pena definida pelo tribunal. Marcelo contou ainda com a atenuante de um relatório psicológico ter referido que sofre de imputabilidade diminuída, ou seja, tem uma anomalia ou alteração psíquica que “interfere na sua capacidade para avaliar a ilicitude do facto”.

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