Castelo de Montemor é palco do Festival Forte em agosto

CASTELO DR

A 1.ª edição do Festival Forte realiza-se, entre os dias 28 e 30 de agosto, no Castelo de Montemor-o-Velho. “Sven Vath, Ben Klock, Gaiser, Minilogue & Mathew Jonson, Michael Mayer, Oscar Mulero, DVS1, Rodhad, Elekfantz, Rui Vargas, Expander & Thinkfreak, Freshkitos, João Maria, Tiago Fragateiro, Twofold, Manu, David Rodrigues, Rui Trintaeum juntam-se nas muralhas do Castelo para três dias de celebração e interação com o público”, lê-se no sítio http://madame-management.com/.

“O festival pretende atrair pessoas de todas as partes do mundo, que se sintam motivadas pela oferta musical de vanguarda e pela magia de um lugar como este”, refere a Soniculture, entidade organizadora, acrescentando que o evento tem por objetivo “fomentar a economia local, recorrendo aos serviços locais para construir o festival e trazendo à vila novos visitantes de todo o país e de fora, contribuindo desta forma para inclui-la na rota do turismo internacional”.

Será colocada à venda, entretanto, uma edição limitada de 1.000 bilhetes, com um custo de 35 euros, para os três dias do festival, em local a anunciar, destaca a organização.

2 Comments

  1. Zé da Gândara says:

    Será que o nosso querido líder também vai estar presente?

  2. Zé da Gândara says:

    Chegará mais cedo ao sapatinho a merecida prendinha do nosso querido líder (assim o queira o nosso querido líder)… Os administradores de insolvência deste décimo sétimo laender da Bundesrepublik Deutschland decidiram abrir os cordões à bolsa e dar uns trocados aos nossos excelentes gestores autárquicos… Será que o nosso querido líder também faz parte deste dream team?
    Pergunta-se e bem: Se for esse o desígnio do nosso querido líder, a quem caberá a fatia de leão destes trocados que são como um enorme oásis em pleno deserto da Mauritânia? Aprofundar-se-á o Socialismo rumo ao Comunismo conforme se dizia em tempos não muito idos cá no burgo? Ou adoptar-se-á um discurso mais “empresarialês” típico dos liberais de pacotilha (que muitas vezes assim são porque o respectivo cacique assim lhes disse que se teriam de afirmar se questionados sobre o que é que cá andavam a fazer e para que serve a cabeça que transportam em cima do pescoço) e que nos últimos tempos, parece ter entrado no léxico tuga?

Leave a Reply

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

*

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.